Homenagem à Biblioteca Postal

4 de maio de 2018


04-Homenagem à Biblioteca Postal
(Emissão Postal Especial)

04-Homenagem à Biblioteca Postal
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

Em primeiro plano, a imagem do selo apresenta um livro aberto de onde surgem alguns itens utilizados nas operações realizadas pelos Correios: sacolas e malas postais, caixas de correspondências residenciais, caixas de coleta, antigas e atuais, carimbos datadores e correspondências. Os objetos que pairam sobre o livro representam as diversas atividades postais executadas ao longo do tempo, cujos procedimentos estão documentados e disponíveis para consultas e estudos na Biblioteca Postal em Brasília. Ao fundo, uma estante de livros remete ao acervo da história e dos registros de operações realizadas pelos Correios, desde a sua fundação, ainda no tempo do Império, até os dias de hoje. Foram utilizadas as técnicas de desenho a lápis H, 2B e 3B e computação gráfica e as cores foram usadas com o intuito de passar antiguidade e modernidade através dos tempos. Vívia Ferreira é ilustradora e estudante de Design Gráfico no Centro Universitário IESB e seu portifólio pode ser visto em www. behance.net/vivialferreira

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 4 Arte: Vívia Ferreira Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Folha com 18 selos Valor facial: R$ 1,55 Tiragem: 180.000 selos Área de desenho: 40mm x 30mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 04/05/2018 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil Cód. de comercialização: 852012594

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Texto descritivo do Edital
HOMENAGEM À BIBLIOTECA POSTAL

A Biblioteca Postal, vinculada ao Museu Correios, está sediada em Brasília, desde 1980. Nem sempre foi assim. O passado conta o contrário. A Biblioteca “nasceu” primeiro no Rio de Janeiro, tendo sido constituída pelo Decreto nº 9.912-A, de 26 de março de 1888, no inciso 12 do art.103, e somente um ano depois surge o Museu como anexo ao seu espaço.

Já nas primeiras décadas do século XX, observa-se a existência de outras bibliotecas nas estruturas administrativas estaduais dos Correios, cuja função era a guarda de obras, jornais, boletins, anuários, tanto nacionais como estrangeiros, principalmente sobre serviços postais.

No momento da criação do Departamento de Correios e Telégrafos – DCT, em 1931, solicitava-se dos dirigentes uma maior atenção para que a biblioteca cumprisse seu papel como centro da cultura. A história demonstra que tal fato ocorreu com a publicação do Decreto nº 51.902 de 1963 que definiu as competências da biblioteca do DCT com maior nível de importância e complexidade, tendo por finalidade oferecer aos servidores do Departamento elementos para consulta de assuntos técnicos e legislação que se relacionava com os serviços postais e telegráficos.

O final da década de 60 é marcado pela transformação do DCT em Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT e as décadas seguintes evidenciam grandes avanços quanto a prestação do serviço de correios. Esse avanço fica evidente também devido ao expressivo investimento em educação com o estabelecimento de novos Centros de Treinamento e a criação da Escola Superior de Administração Postal. Estas unidades eram equipadas com bibliotecas que contribuíam na formação e capacitação da comunidade de empregados, clientes, fornecedores e parceiros da ECT.

Carimbos de bibliotecas, registrados no atual acervo bibliográfico dos Correios, comprovam o legado das bibliotecas criadas e extintas nas unidades centrais e regionais no decorrer desses 130 anos.

Com a transferência do Museu para Brasília, na década de 80, a biblioteca à ele vinculada se especializou como uma unidade de caráter essencialmente postal e telegráfico, caracterizando-se como uma rica fonte de pesquisa histórica.

Seu acervo é composto por documentos bibliográficos, dentre eles, obras raras como a Coleção das Decisões do Império do Brasil, periódicos da União Postal Universal – UPU, Revista Telegráfica Brasileira e Boletins de Filatelia, bem como materiais especiais produzidos pelos Correios que estão disponíveis para empréstimo local.

Em 2017, a implantação de um sistema de busca informatizada unificou o acesso do público em geral aos acervos da Biblioteca Postal e demais bibliotecas da Empresa que estão localizadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e em Brasília, na Universidade Correios. Juntos formam a rede Saber+ com um universo de 60 mil exemplares bibliográficos disponíveis para pesquisa on line (https://apps.correios. com.br/biblioteca).

Os Correios, com esta emissão, reconhecem a importância da Biblioteca Postal e a dedicação daqueles que, ao longo dos seus 130 anos, tem contribuído para o processo de construção do conhecimento e preservação da memória da empresa e do país.

Camila Alves de Sena
Bibliotecária – Correios
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 4 – 2018
Homenagem à Biblioteca Postal
(Emissão Postal Especial)

Febre Aftosa

2 de abril de 2018


03-Febre Aftosa
(Emissão Postal Especial)
03-Febre Aftosa
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo comemora uma grande conquista da pecuária brasileira: o reconhecimento do Brasil pela Organização Mundial de Saúde Animal como zona livre da febre aftosa com vacinação. Para isso, o design gráfico do selo é composto pelo título que comunica de forma objetiva a conquista e também pela imagem de um boi Nelore, uma das raças zebuínas. O zebu representa mais de 80 % do rebanho bovino nacional. O verde do campo, o azul do céu e o amarelo do sol remetem às cores da bandeira brasileira. Outro detalhe é o brinco da orelha do boi, que garante sua rastreabilidade com registro da genealogia desde o seu nascimento até o final da sua vida, mais que, na imagem destaca o ano em que o Brasil recebe esse importante reconhecimento internacional. Foram usadas técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 3 Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Folha com 15 selos Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 150.000 selos Área de desenho: 25mm x 35mm Dimensão do selo: 30mm x 40mm Picotagem: 12 x 11,5 Data de emissão: 02/04/2018 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil Cód. de comercialização: 852012560

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Texto descritivo do Edital
FEBRE AFTOSA

A febre aftosa é uma doença infecciosa causada por vírus que atinge principalmente animais de cascos bipartidos, como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos e algumas espécies silvestres. A doença provoca febre alta, feridas na boca e nas patas dos animais, perda de peso e maior propensão a desenvolver outras doenças. O vírus da febre aftosa é altamente contagioso e pode rapidamente infectar grande número de animais suscetíveis, causando perdas de produção e, principalmente, sérias restrições comerciais e danos econômicos.

No Brasil, a prevenção da doença é feita principalmente por meio do funcionamento de estruturas e vigilância contínua para proteger as zonas livres, avaliações e gestões de riscos, e a vacinação sistemática e obrigatória de bovinos e bubalinos.

Ao longo do processo de erradicação da doença no país, predominou a implantação de zonas livres com vacinação. Hoje, o Estado de Santa Catarina é a única unidade da Federação com o reconhecimento de zona livre de aftosa sem vacinação.

Em outubro de 2017, o Brasil encaminhou à Organização Mundial de Saúde Animal – OIE pedido de reconhecimento das últimas áreas do País (Roraima, Amapá e partes dos estados do Amazonas e Pará), como zona livre de febre aftosa com vacinação. O pleito está sob análise e a expectativa é que seja aprovado na 86ª Sessão Geral da Assembleia Mundial da OIE, a ser realizada no período de 20 a 25 de maio de 2018 em Paris. Com a aprovação, o Brasil receberá a última certificação esperada, para que todo seu rebanho pecuário susceptível do país seja contemplado com as zonas livres da doença implantadas até o momento, o que certamente refletirá para ampliação dos mercados internacionais às carnes brasileiras, gerando benefícios e crescimento ao setor agropecuário do País.

Ao mesmo tempo, o serviço veterinário oficial brasileiro, com participação do setor privado, iniciou um novo processo que busca ampliar a zona livre de febre aftosa sem vacinação do país nos próximos anos e o Brasil alcance o status sanitário de país livre de febre aftosa sem vacinação até 2023. Dessa forma, o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), embasado no Plano Estratégico do PNEFA 2017-2026 e nas diretrizes internacionais, almeja completar o processo de erradicação da doença no território nacional e sustentar essa condição sanitária.

Com essa emissão, os Correios valorizam os progressos alcançados na erradicação da febre aftosa do território nacional e divulgam o trabalho que está sendo realizado para atingir as novas metas estabelecidas para sua etapa final, o que contribuirá na certificação da qualidade da carne produzida e exportada pelo Brasil.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 3 – 2018
Febre Aftosa
(Emissão Postal Especial)

Defesa Animal

19 de março de 2018


02-10
(Emissão Postal Especial)

02-Defesa Animal
(Emissão Postal Especial)
Carimbo de Pré-Lançamento

02-Defesa Animal
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

A proteção aos animais tem conquistado um espaço importante nos debates por todo o mundo. Para representar a causa, a arte foi ilustrada com os animais domésticos mais comuns do Brasil: o cão e o gato, ambos sem raça definida (SRD). As palavras de amor, respeito e vida que compõem a criação, pairam sobre a ilustração dos animais significando os sentimentos de acolhimento e proteção dos animais domésticos. Abaixo, a frase “Defesa Animal” expressa toda a emoção inerente à causa. Foram utilizados as técnicas de ilustração em tinta aquarela e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 2 Arte: Carolina Spina e Marcela Tenório Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Folha com 12 selos Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 120.000 selos Área de desenho: 21mm x 39mm Dimensão do selo: 26mm x 44mm Picotagem: 11,5 x 11 Data de pré-lançamento: 16/03/2018 Local de pré-lançamento: Brasília/DF Data de emissão: 19/03/2018 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil Cód. de comercialização: 852012586

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Texto descritivo do Edital
DEFESA ANIMAL

A defesa dos animais apresenta sua perspectiva de uma nova visão onde cabe ao homem atuar e se responsabilizar por outros seres vivos não-humanos, para dotar os animais de direitos. Tratar dos direitos animais é mais que uma questão ética, é também uma atitude de saúde pública, de economia, de sociologia, entre outras tantas vertentes que saíram deste contexto. A situação de abandono de animais pode resultar em acidentes de trânsito, disseminação de doenças, gastos em controle populacional e deseducação das pessoas em relação à vida.

Em recente pesquisa, o IBGE revelou que o brasileiro cria mais cachorros que filhos. As relações entre os animais e seus tutores também mudaram e hoje muitos deles são considerados membros da família. Além disso, há um reconhecimento científico de que os animais são seres sencientes, ou seja, eles são capazes de sentir e manifestar alegria, amor, dor, medo, por exemplo. No Brasil, com a promulgação da Constituição Federal de 1988, passou-se a tutelar a fauna e todas as formas de animais não-humanos, elevando-se a proteção do bem ambiental. Fazem jus à proteção constitucional a fauna doméstica como os cães e gatos em situação de abandonados, gado, frangos de corte, galinhas poedeiras, entre outros, e a sua exploração.

Submetê-los a maus-tratos e crueldade, é crime. É de suma importância entender que devemos não apenas evitar o sofrimento dos animais, mas tentar impedir de todas as formas que estes venham a sofrer pelas nossas mãos e penalizar aqueles que desrespeitam esses princípios.

A esperança de um futuro melhor para todos os seres é um sentimento que vem ganhando força não apenas nos discursos, como também através de ações. Hoje podemos ver pessoas alimentando animais nas ruas, adotando animais, participando de campanhas de esterilização e investindo recursos próprios para que essa mudança de realidade aconteça.

A defesa animal luta para conquistar direitos estabelecidos em leis e para garantir a própria vida animal em si, e tem conquistado adeptos por todo o mundo em um movimento baseado na necessidade de respeito entre as espécies e o meio ambiente. E esta luta está ganhando cada vez mais força e representação. É uma ação pela vida, pela bondade, pela ética e pela justiça. Não há como pensar na formação de verdadeiros cidadãos sem avaliar a maneira como eles interagem entre si, com os outros seres, com o meio ambiente e com o que é público e privado.

O caminho é a reeducação da população, trabalho que vem sendo realizado por diversas ONG’s, mas que deverá ser adotada e apoiado pelo Estado, e aplicado em escolas, visando educar os jovens a respeitar todos os seres vivos. Essas ações podem minimizar o sofrimento de milhares de animais que nascem diariamente no Brasil. Com a pressão de uma sociedade mais educada, mais consciente de seus deveres, pode-se esperar uma melhora na questão do entendimento de nossas obrigações com os animais e sua nova caracterização como sujeitos de direito.

Com essa emissão, os Correios destacam a defesa animal e sua luta para conquistar direitos estabelecidos em leis e para garantir a própria vida animal em si, em um movimento baseado na necessidade de respeito entre as espécies e o meio ambiente.

Marcela (Zetta) Tenório
Projeto Amiga Zetta de educação
para crianças e jovens na causa animal
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 2 – 2018
Defesa Animal
(Emissão Postal Especial)

8º Fórum Mundial da Água


SOBRE O SELO
O selo, no formato circular, apresenta a marca do 8º Fórum Mundial da Água, que repousa sobre um fundo de linhas onduladas que simulam o fluxo de um rio. Trata-se de uma composição de cinco elementos que representam o tempo,
a localização, a água, a sustentabilidade e o numeral relativo à edição do evento.

O elemento tempo é representado pelas duas figuras simétricas e espelhadas que formam uma ampulheta, remetendo para a necessidade e a premência de agir,
decidir e compartilhar. Na gota superior, sobre fundo verde, o mapa da América do Sul revela a localização do primeiro

Fórum a ser realizado no continente. Em azul e branco, a gota inferior simula o elemento água, motivação do Fórum. A representação conjunta do verde e do azul traduz a sustentabilidade entre o meio ambiente e a água, elementos essenciais
à vida no nosso planeta. Por fim, o quinto elemento faz alusão ao numeral 8(oito), graficamente representado pela junção dos dois elementos externos, representando a oitava edição do evento. Ao centro, à esquerda, a legenda com a identificação do evento e à direita o local e o ano de sua realização. Na base do selo alegenda do tema central desse encontro: “Compartilhando Água”.

Foram utiliza das técnicas de ilustração vetorial.

DETALHES TÉCNICOS
Edital nº 1
Arte: Marcos Rebouças e Ricardo Andrade
Processo de Impressão: ofsete
Papel: cuchê gomado
Folha com 16 selos
Valor facial: 1º Porte Carta Não
Comercial
Tiragem: 160.000 selos
Área de desenho: 35mm x 35mm
Dimensão do selo: Ø 29mm
Picotagem: 11,5 x 11,5
Data de emissão: 19/03/2018
Locais de lançamento: Brasília/DF
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

8º FORUM MUNDIAL DA ÁGUA
Brasília sediará, de 18 a 23 de março de 2018, o 8º Fórum Mundial da Água, evento organizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água (WWC, sigla em inglês) juntamente com o país e cidade anfitriã. Será o primeiro Fórum a ser realizado no hemisfério sul. O motivo central desse encontro, “Compartilhando Água”, foi inspirado na experiência brasileira de intercâmbio e fortalecimento dos laços de cooperação entre as nações nesse tema.
O Fórum proporciona debates e intercâmbios de experiências, procura definir uma visão estratégica comum sobre recursos hídricos e gerenciamento do uso de água entre todos os interessados.
Tem como missão estabelecer compromissos políticos e incentivar ações em todos os níveis da sociedade, incluindo tomadores de decisão, para facilitar a conservação, o desenvolvimento, o planejamento, o gerenciamento e o uso da água de maneira sustentável para o benefício de todos.
Será uma oportunidade para se discutir a governança da água, o seu acesso às populações carentes, os seus usos preponderantes e a sua gestão nos momentos extremos, seja em situações de enchentes, seja nos momentos de escassez.
Será, também, o Fórum da Sustentabilidade, ocasião para promover reflexões de diferentes setores institucionais sobre o tema da água e sua importância social, econômica e ambiental, ampliando o espectro institucional e incluindo nas discussões jovens, estudantes, representantes da sociedade civil de diferentes perfis, mídia e empresários.
O Fórum é estruturado em seis componentes:
1. Temático, como orientação central para os debates e
discussões;
2. Regional, com a apresentação das perspectivas das diversas
regiões globais;
3. Político, oportunidade de promoção do diálogo com os representantes eleitos (prefeitos, parlamentares, governadores, ministros e chefes de estado);
4. Sustentabilidade, transversal a todos os outros componentes, promoverá o debate sobre os vários aspectos do uso sustentável dos recursos hídricos;
5. Fórum Cidadão, como plataforma aberta de discussão entre todos os interessados com vistas a troca de experiência, capacitação, estabelecimento de parcerias, etc.;
6. Feira e Exposição, espaço para os interessados apresentarem suas contribuições e iniciativas, promovendo intercâmbio e troca de experiências.

Sediar o Fórum Mundial da Água de 2018 será uma grande oportunidade para o Brasil reafirmar o papel protagonista no cenário internacional do setor de recursos hídricos e um dos legados para o país será a consolidação desse papel, tanto no cenário regional como global.
Os Correios, por meio da primeira Emissão Filatélica de 2018, registram a realização do 8º Fórum Mundial da Água no Brasil, ansiando que os debates desse encontro resultem em maior conscientização de todos com relação à importância do desenvolvimento e conservação dos recursos hídricos, notadamente no que se refere ao acesso à água potável e ao saneamento.
Ricardo Medeiros de Andrade
Diretor Executivo do 8º Fórum Mundial da Água

Igreja de estilo barroco


Igreja de estilo barroco – O Bloco


Igreja de estilo barroco- carimbo de 1º dia

SOBRE O BLOCO
Temos como fundo do bloco a imagem da igreja em perspectiva, vista em sua totalidade. Na parte esquerda do bloco há aplicações de ornamentos em hotstamping dourado, retirados do próprio detalhe do selo, realçando uma das características do estilo barroco. Com o objetivo de ressaltar a riqueza ornamental dos detalhes, o selo destaca parte da singular fachada da Igreja da Ordem 3ª
Secular de São Francisco da Bahia, focalizando o nicho com a escultura de São Francisco, patrono da Ordem, duas figuras masculinas, seminuas e que portam cabaças típicas dos peregrinos mendicantes, além dos de mais adornos que registram o estilo Barroco Plateresco. No canto superior esquerdo do selo consta o título da emissão e abaixo da imagem a identificação da igreja. Foram usadas técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS
Edital nº 17
Fotos: Luciano Soares – Correios e
Nelson Kon – Iphan
Arte-finalização: Jamile Costa Sallum –
Correios
Processo de Impressão: ofsete +
hotstamping dourado
Bloco com 1 selo
Papel: cuchê gomado
Valor facial: R$ 2,55
Tiragem: 50.000 blocos
Área de desenho: 38mm x 38mm
Dimensão do selo: 38mm x 38mm
Dimensão do bloco: 127mm x 85mm
Picotagem: 11,5 x 11,5
Data de emissão: 1º/12/2017
Local de lançamento: Salvador/BA
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

A FACHADA DA IGREJA DA ORDEM 3ª SECULAR DE
SÃO FRANCISCO DA BAHIA
A fachada da Igreja dos Terceiros Franciscanos de Salvador distingue-se das demais igrejas brasileiras do período colonial por ser totalmente ornamentada de esculturas em pedra expressando
o “Horror Vacui” (horror ao vazio) do barroco. Esse tipo de fachada, denominado “fachada retábulo”, muito comum na América espanhola (México, Peru, Equador), é aqui a expressão do poder de uma ordem religiosa de leigos constituída por homens brancos, membros da elite financeira, política e intelectual da colônia, que projetou o seu status social na excepcionalidade artística da fachada. A bibliografia identifica essa fachada como sendo do estilo “Plateresco”, ou “Churrigueresco”. O primeiro, deriva da transposição dos ornatos de estilo maneiristas da prata lavrada no século XVII para a pedra e a madeira; o segundo relaciona a carga e o rebuscamento ornamental praticado pela família “Churriguera”, de arquitetos e escultores espanhóis de Salamanca, do séc. XVIII. A Ordem Terceira foi fundada no Convento de São Francisco em 1635, por Frei Cosme de S. Damião. Em 1644 a sala de reuniões e a primeira igreja foram construídas. Em 1686 foi planejado a reedificação da igreja sob plano monumental. A primeira pedra foi colocada em 1702 e o projeto escolhido por concurso foi o do Mestre Gabriel Ribeiro. A obra se estendeu até 1703, quando o templo foi inaugurado. Os artistas aproximaram-se do repertório ornamental e da delicadeza do lavor do “plateresco”. Por outro lado, o esquema construtivo não parece repetir ou se aproximar dos esquemas da família “Churriguera”. A ordenação dos elementos ornamentais obedece a lógica construtiva dos retábulos luso-brasileiros executados em madeira por entalhadores no século XVIII e as soluções presentes nos tratados arquitetônicos do período. A fachada é dividida horizontalmente em três corpos, distinguidos por duas cimalhas, o corpo inferior corresponde a porta de entrada do templo, o corpo médio a zona central da fachada em que se situam as janelas do coro e o nicho com a escultura de São Francisco, patrono da Ordem, a superior é o frontão que arremata o conjunto com volutas, armas do império e dos franciscanos e a cruz latina. No plano vertical são quatro divisões realizadas por pilastras em mísulas acânticas no plano inferior e ocupadas por figuras humanas no plano central. As duas dos extremos são femininas e vestidas de túnicas romanas, as duas próximas ao nicho, são masculinas, seminuas e portam cabaças típicas dos peregrinos mendicantes. O vocabulário ornamental incorpora a variedade de motivos fantásticos do barroco como mascarões, sereias clássicas (transmutadas em folhagens da cintura para baixo), serpentes do mal que ocupam o friso das pilastras das extremidades e motivos da arquitetura clássica. Alterações foram realizadas no século XIX: Duas portas que ladeiam a central foram abertas e o escudo, que provavelmente fosse da coroa portuguesa, foi transformado no Escudo do Império do Brasil constante de esfera armilar sobre a cruz de Cristo, orlado por 19 estrelas correspondentes as dezenove províncias existentes na época. O eixo vertical ascendente une a porta principal do templo à figura do Patriarca coroado, ao escudo do império do Brasil e à Cruz Latina de onde todo poder emana. No século XIX, motivados pela crítica ao exagero ornamental,  toda essa exuberante obra foi recoberta por argamassa caiada de branco. Somente no século XX, acidentalmente se redescobriu a fachada original, retirando todo o reboco e revelando-a por inteiro.Podemos hoje perceber essa fachada como um elo estético entre o Brasil e a América Latina.
Luiz Alberto Ribeiro Freire
Doutor em História da Arte

Série Relações Diplomáticas: Brasil – Chile 100 Anos de Violeta Parra

16-Série Relações Diplomáticas: Brasil – Chile
100 Anos de Violeta Parra – Selo


16-Série Relações Diplomáticas: Brasil – Chile
100 Anos de Violeta Parra – Carimbo 1º dia

 

SOBRE O SELO
Essa emissão faz um tributo à Violeta Parra, compositora, cantora, artista plástica, ceramista, importante folclorista de seu país e fundadora da música popular chilena. O selo apresenta a imagem de Violeta, acompanhada de seu violão, fotografada durante apresentação na Sala “La Scala”, em Paris, no ano de 1953. Sob sua foto, aparecem um trecho da partitura de uma de suas canções, evidenciando a musicalidade da compositora, e a logo comemorativa dos 100 anos de seu nascimento. No fundo do selo foi empregada a cor violeta em referência ao nome da homenageada. Para
destacar seu talento como artista plástica, a folha dessa emissão, com 20 selos, foi composta sobre a imagem de sua obra “Niños en Fiesta”, relevo em papel maché sobre madeira aglomerada, de 1963-1965. Na concepção da arte foi utilizada a técnica de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS
Edital nº 16
Foto: Fundação Violeta Parra
Arte finalização: Jamile Costa Sallum
– Correios
Processo de Impressão: ofsete
Papel: cuchê gomado
Folha com 20 selos
Valor facial: R$3,15
Tiragem: 600.000 selos
Área de desenho: 26mm x 44mm
Dimensão do selo: 26mm x 44mm
Picotagem: 11,5 x 11
Data de emissão: 21/11/2017
Local de lançamento: Brasília/DF
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

100 Anos de Violeta Parra

Violeta Parra é lembrada pelo Chile e pelo mundo por ocasião dos 100 anos de seu nascimento (1917). Referência absoluta da música popular chilena e latino-americana, ela reuniu em sua pessoa as mais diversas manifestações da arte: compositora, compiladora e estudiosa das tradições folclóricas orais, poetisa, bordadeira de tapetes e artista plástica. Nesse contexto o Governo do Chile e os Correios se unem para homenagear esta destacada chilena universal por meio do lançamento do selo comemorativo de seu centenário. Violeta foi a energia que brotou das montanhas do Chile e que se expressou num amor e numa reflexão profunda sobre sua própria história. Nascida no sul do país, desde muito cedo conheceu os costumes e as canções de sua terra as quais cantava junto a sua irmã em restaurantes. Uma vez em Santiago casou-se com Luis Cereceda em 1938 e deu continuidade à sua talentosa família. Já seus nove irmãos Nicanor, Hilda, Roberto, Lalo, Lautaro, Elba, Caupolicán, Olga e Oscar foram grandes artistas. Os seus pais Nicanor e Rosa foram importantes conhecedores da música chilena urbana e rural. Violeta não podia escapar a esse destino, interpretando como ninguém a cultura e o folclore chilenos.

“(…) O que pode o sentimento,
Não pôde o saber,
Nem o mais claro proceder,
Nem o mais largo pensamento (…)”

Admirada e reconhecida em toda a América Latina, a sua vida foi marcada por viagens fundamentais – dentro e fora do Chile – tanto em sua trajetória poética como política. As suas músicas são o testemunho dessas vivências. A partir dos anos 50, sua contribuição ao movimento Nueva Canción Chilena resultou inspirador e imprescindível em razão de seu valioso trabalho compilatório. Violeta também é lembrada por sua célebre exposição “Tapeçarias de Violeta Parra”, de abril de 1964, realizada no Museu de Artes Decorativas do Palácio do Louvre.
Violeta Parra faleceu em fevereiro de 1967 legando à música chilena e latino-americana criações inesquecíveis tais como Gracias a la Vida, Volver a los Diecisiete, Arauco tiene una pena, Run run se fue pal norte, Que pena siente el alma, entre outras. Artistas das mais diversas latitudes tais como Mercedes Soza, Chico Buarque, Elis Regina, Milton
Nacimento, Caetano Veloso, Silvio Rodríguez, Pablo Milanés, Juan Luis Guerra, Joan Manuel Serrat, entre muitos outros, interpretaram suas belas canções. Violeta continua a inspirar artistas jovens que enriquecem seu legado e ajudam a espalhar a essência de sua vida e obra.

Embaixador Jaime Rodrigo Gazmuri Mujica
Embaixada da República do Chile no Brasil

 

Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)
15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação (Brasília)

15 – Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo:
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação (São José do Rio Preto)
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SOBRE OS SELOS

O principal elemento de histórias como O Soldadinho de Chumbo e outras tantas mais antigas que o tempo, é a magia que permeia cada aspecto dos personagens e cenários. Essa magia, para ser traduzida para a obra, transformouse em uma paleta de cores muito vibrantes e em formas extravagantes. Além do mais, foi escolhida uma composição vertical porque ela permite uma melhor distribuição dos elementos da história – o boneco malvado, a bailarina, o soldadinho, o peixe e o barco – e seus respectivos papeis na trama. De uma forma geral, o uso de recortes de papel para construir cada detalhe da cena foi essencial para conferir uma nova visão a um conto clássico, sem no entanto perder o toque da arte tradicional, que cada vez mais vem cedendo espaço para o digital.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 15 Arte: Nathanna Érica

Selo gomado Minifolha com 6 selos Dimensão da minifolha: 140mm x 190mm Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 2,55 Tiragem: 480.000 selos Área de desenho: 33mm x 71mm Dimensão dos selos: 38mm x 76mm Picotagem: 11,5 x 11,5

Selos autoadesivos Folha: 24 selos Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 1.920.000 selos (480.000 de cada selo) Área de desenho: 24mm x 34mm Dimensão dos selos: 30mm x 40mm Picotagem: semi-corte com “BR”

Data de emissão: 10/11/2017 Locais de lançamento: Rio Branco/AC, Maceió/AL, Manaus/AM, Macapá/AP, Salvador/BA, Brasília/DF, Fortaleza/ CE, Itapemirim/ES, Goiânia/GO, São Luís/MA, Belo Horizonte/MG, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Belém/PA, João Pessoa/PB, Recife/PE, Teresina/PI, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, Natal/ RN, Porto Velho/RO, Boa Vista/RR, Taquara/RS, São José/SC, Aracaju/SE, São José do Rio Preto/SP, São Paulo/SP e Palmas/TO Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Os Soldadinhos de Natal

Quando Ernest Theodor Amadeus Hoffmann escreveu o romance O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos, em 1816, ele não imaginava que estaria criando uma tradição. Na história, uma menina ganha de presente de Natal um soldadinho quebra-nozes e é levada em seus sonhos a um mundo mágico em que ele luta contra o Rei dos Camundongos. Desde então, o quebra-nozes, sempre na figura de um soldadinho, passou a ser também um símbolo natalino, principalmente na Alemanha, de onde é originário.

Em 1838 o dinamarquês Hans Christian Andersen, publica o conto Soldadinho de Chumbo. A história começa quando um menino ganha uma caixa com 25 soldados feitos de chumbo em seu aniversário. O último dos soldados tinha apenas uma perna, pois faltou chumbo para completa-lo. Os soldadinhos foram acomodados próximo a outros brinquedos, dentre eles havia uma bailarina de papel que usava uma tiara com uma pequena pedra azul, e ela se equilibrava somente em uma perna, com os braços levantados. O soldadinho acreditando que a bailarina também tinha somente uma perna, se apaixonou, pensando que aquela jovem tão linda fosse como ele. Naquela noite, um gênio mal entre os outros brinquedos advertiu o soldado para que ele parasse de olhar para a bailarina, mas o soldado, apaixonado, o ignorou. No dia seguinte, a janela se abriu, batendo fortemente as venezianas. Teria sido o vento, ou o geniozinho maldoso? E o pobre soldadinho caiu de cabeça na rua. Dois meninos o encontraram, e colocaram o soldadinho num barquinho de papel lançando-o pela sarjeta. O barquinho caiu no esgoto e continuou a navegar até cair em um rio, onde foi engolido por um peixe. Quando este peixe foi pescado e cortado, o soldado estava na mesma casa de antes, e colocado de volta próximo à bailarina. Mas o soldadinho acabou caindo no fogo da lareira e derreteu em forma de coração. Logo em seguida, um vento assoprou e derrubou a bailarina também no fogo. Ela foi consumida instantaneamente, somente restando o coração de pedra azul, que se prendeu ao coração de chumbo do soldadinho.

A associação dos soldadinhos com o Natal foi reforçada em 1851, quando Heinrich Hoffmann, um psiquiatra alemão escreveu alguns versos ilustrados para dar de presente ao seu filho no Natal. Um amigo gostou tanto que o convenceu a publicá-los, com grande sucesso. Posteriormente, ele escreveu o conto ‘König oder Nussknacker der arme Reinhold’ (O Rei Quebra-Nozes e o pobre Reinhold). Esse conto de natal relata a história de um menino enfermo que, em seus sonhos, é levado por um Soldado Quebra-Nozes a um mundo repleto de brinquedos. Ao acordar pela manhã, a criança encontra os brinquedos de seus sonhos junto ao pinheirinho de Natal e recupera a sua saúde.

Os soldadinhos, também, foram inseridos em um dos três balés compostos por Tchaikovsky, em 1892, O Quebra Nozes.

Criados no século XIX, os soldadinhos firmaram-se como ícones tradicionais dos enfeites do Natal levando emoção para a data mais esperada do ano. Analisando sua simbologia e significados, percebemos que os valores constantes nessas obras ultrapassam o tempo, o espaço, vindo ao encontro de conflitos tão presentes no mundo contemporâneo. Os soldadinhos passam a imagem de valentia e coragem frente às adversidades, enfrentando os perigos e ameaças para defender a si e aos seus.

Para 2017, inspirada no conto, de Hans Christian Andersen, o Soldadinho de Chumbo, apresentamos nossa tradicional emissão comemorativa de Natal e, com esse espírito de que a magia do Natal é capaz de renovar a esperança e de resgatar sonhos, os Correios convidam todos a acreditar que é possível sermos agentes de mudança. Essa mágica inspira nossas ações e possui a força de transformarmos o mundo. Boas Festas.

Correios
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
Edital 15 – 2017
Conto de Natal: Soldadinho de Chumbo
(Emissão Postal Especial)

Série 200 Anos de Independência: Bicentenário da vinda de D. Leopoldina


14 – Série 200 Anos de Independência:
Bicentenário da vinda de D. Leopoldina
(Emissão Postal Comemorativa)

14 – Série 200 Anos de Independência:
Bicentenário da vinda de D. Leopoldina
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação (Brasília)

14 – Série 200 Anos de Independência:
Bicentenário da vinda de D. Leopoldina
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação (Rio de Janeiro)
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SOBRE O SELO

Esta emissão é a primeira de uma série de seis, denominada “Brasil, 200 anos de Independência”, uma parceria entre a Câmara dos Deputados e os Correios, iniciando-se em 2017, com o bicentenário da vinda de Dona Leopoldina, que se estenderá até 2022, com a comemoração dos 200 anos da Proclamação da Independência. Na parte superior do selo a inscrição “Brasil, 200 anos de Independência” e o uso das cores de um nascer do sol identificam o alvorecer de uma nação. A seguir, a imagem da nau D. João VI, navio de construção sofisticada, que em 1817 trouxe a Princesa ao Rio de Janeiro, em aquarela de Franz Joseph Frühbeck. Abaixo, o retrato da Princesa Leopoldina, gravura feita por Jean F. Baddoureau a partir da obra do artista Jules A. Vauthier, mostra toda sua jovialidade na época da viagem de vinda ao Brasil. Por último, sua assinatura, já com a adoção do nome Maria Leopoldina, em homenagem à nova Pátria. A folha dos selos traz uma vinheta identificando a emissão Série Relações Diplomáticas Brasil – Áustria, o Bicentenário da Vinda da Princesa e a efígie de Dª. Maria Leopoldina. Foram utilizados recursos de tinta calcográfica e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 14 Arte: Ely Borges e Isabel Flecha de Lima Processo de Impressão: ofsete + tinta calcográfica Papel: cuchê gomado Folha com 12 selos Valor facial: R$4,20 cada selo Tiragem: 240.000 selos Área de desenho: 21mm x 39mm Dimensão do selo: 26mm x 44mm Picotagem: 11,5 x 11 Data de emissão: 7/11/2017 Locais de lançamento: Brasília/DF e Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
D.ª MARIA LEOPOLDINA E
A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Nascida em 22 de janeiro de 1797, em Viena, Áustria, a arquiduquesa Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda Beatriz de Habsburgo-Lorena, que no Brasil iria adotar os nomes de Leopoldina e Maria Leopoldina, era filha de Francisco I, imperador da Áustria (1768-1835) e sua segunda esposa, a imperatriz Maria Teresa de Bourbon-Sicília (1772-1807).

Desde pequena, Leopoldina recebeu uma educação esmerada na corte vienense, adquirindo conhecimentos científicos, políticos, históricos e artísticos, além de aprender idiomas estrangeiros, especialmente o francês. Desde cedo mostrou interesse para a botânica e para a mineralogia. Nas excursões realizadas com sua família, aproveitava para coletar mostras de minerais e plantas.

Em 1816, depois de demoradas negociações, a Arquiduquesa foi escolhida para ser esposa de Dom Pedro de Alcântara, filho de Dom João VI e de Carlota Joaquina de Bourbon, herdeiro do trono do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve. O casamento foi celebrado por procuração, em Viena, no dia 13 de maio de 1817.

Dona Leopoldina partiu de Viena no dia 2 de junho, em uma viagem que durou cinco meses. Em sua comitiva de 28 pessoas havia cientistas e artistas austríacos que estudariam e retratariam a natureza brasileira. Dentre os estudiosos estavam o botânico Carl von Martius, o naturalista Johann von Spix e o zoólogo Johann Natterer.

Ainda na viagem para o Brasil, passou a firmar “Maria Leopoldina”, em homenagem à nova Pátria, pois fora informada que esse era um dos prenomes de todas as infantas portuguesas.

Chegou no Rio de Janeiro, no dia 5 de novembro de 1817. No dia seguinte os príncipes receberam a benção nupcial na Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

Com o retorno de D. João VI a Portugal, em abril de 1821, o casal herdeiro ficou no Brasil. O avanço de ideias liberais e as independências de vários países na América Hispânica levaram um número considerável de políticos brasileiros a apontarem impossibilidade da manutenção do Reino Unido Brasil, Portugal e Algarves.

Quando o marido, príncipe regente, viajou a São Paulo, em agosto de 1822, para apaziguar a capitania, D. Leopoldina exerceu a regência. Pedro entregou o poder a sua esposa em 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil, com poderes legais para governar o país durante a sua ausência. Grande foi sua influência no processo de independência.

A princesa recebeu notícias que Portugal estava preparando diversas ações contra o Brasil e, sem tempo para aguardar o retorno de Pedro, Leopoldina, aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva, e usando de seus atributos de chefe interina do governo, reuniu-se na manhã de 2 de setembro de 1822, com o Conselho de Estado, concluindo pela necessidade de independência do Brasil.

D. Leopoldina envia a D. Pedro uma carta, juntamente com outra de autoria de José Bonifácio, além de comentários de Portugal criticando a atuação do marido. Os documentos são entregues a D. Pedro em São Paulo, em 7 de setembro, que proclama a Independência do Brasil, rompendo definitivamente com Portugal.

Em 1º de dezembro de 1822, D. Pedro I e D.ª Maria Leopoldina foram aclamados como os primeiros Imperadores do Brasil, na Igreja da Nossa Senhora do Monte do Carmo, a Catedral Velha do Rio de Janeiro. Em 25 de março de 1824, o casal imperial jurou a nossa primeira Constituição como país independente.

A primeira bandeira do Brasil independente foi idealizada por Jean Baptiste Debret: o verde representa as cores da família Bragança e o amarelo da dinastia Habsburgo-Lorena. Dois filhos de Dom Pedro I e Dona Leopoldina foram soberanos: Dona Maria II, rainha de Portugal, e Dom Pedro II, imperador do Brasil.

Em 11 de dezembro de 1826, a Imperatriz teve um aborto espontâneo e, como consequência, acabou falecendo. A morte de D.ª Maria Leopoldina provocou o que se considera o primeiro luto nacional brasileiro, conforme atestam diversos historiadores. Atualmente seus restos mortais jazem no Mausoléu Imperial da Cripta do Ipiranga, em São Paulo.

José Theodoro Menck
Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados
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Edital 14 – 2017
Série 200 Anos de Independência:
Bicentenário da vinda de D. Leopoldina
(Emissão Postal Comemorativa)

Obras de William Shakespeare


13 – Obras de William Shakespeare
(Emissão Postal Especial)

13 – Obras de William Shakespeare
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE OS SELOS

O desafio das designers ao criar a minifolha foi o de mostrar que as poderosas palavras de Shakespeare não podem ser lidas como meros sofismos. Shakespeare tece a universalidade da condição humano por meio de ironia, humor, e metáforas. Por esse motivo, buscou-se apresentar frases marcantes de cada peça teatral, contextualizando- -as com cores e símbolos que as identificassem: em “Romeu e Julieta”, o balcão onde os amantes se encontravam, usando ilustração vetorial; em “Sonho de uma noite de verão” a mesma técnica é usada para mostrar o momento em que a rainha das fadas, Titânia, sob efeito de um encantamento, se apaixona por Nick, transformado em um asno, na floresta onde a história se desenrola; a contemplação da própria mortalidade pode ser vista na caveira em “Hamlet”. A técnica usada é nankin e aquarela sobre papel, e as cores complementares vermelho e verde simbolizam a dualidade do personagem principal; em “Otelo”, novamente a ilustração vetorial é usada para mostrar a cor verde da inveja envolvendo o trágico herói mouro; já em “Rei Lear”, uma ilustração vetorial mostra o velho rei usando a coroa partida, simbolizando a divisão desastrosa do seu reino entre suas filhas; por fim, “Macbeth” nos traz o sangue e a violência da ambição pelo poder numa combinação de pintura digital e ilustração vetorial.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 13 Arte: Adriana Akemi Shibata e Bárbara Duarte Processo de Impressão: ofsete + tintas especiais dourada e prata + verniz localizado + relevo seco Papel: cuchê gomado Minifolha com 6 selos Dimensão da minifolha: 200mm x 158mm Valor facial: R$4,20 cada selo Tiragem: 300.000 selos (50.000 de cada selo) Área de desenho: 25mm x 59mm Dimensão do selo: 25mm x 59mm Picotagem: 12 x 11,5 Data de emissão: 26/10/2017 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
William Shakespeare e suas obras imortais
“Deixem-me falar e eu encantarei seus ouvidos”

“Shakespeare é o mestre de cerimônias da humanidade”. Essa sentença sintetiza, com precisão, a importância do dramaturgo inglês William Shakespeare, nascido em 23 de abril de 1564, em Stratford-upon-Avon, uma pequena cidade do interior da Inglaterra. Apelidado de o Bardo de Stratford, ele é reconhecido em todo o mundo como o poeta que vasculhou com profunda sabedoria toda a complexidade da natureza humana. Shakespeare nos legou trinta e nove peças teatrais, cinco grandes poemas e os célebres 154 Sonetos; mais de mil e trezentos personagens; um vocabulário de mais de vinte e uma mil palavras (o maior entre todos os escritores) das quais mais de duas mil são de sua inteira criação.

Seu pensamento está disseminado entre nós. Seus dramas, suas sentenças, seus versos estão incorporados ao nosso cotidiano, e nós o citamos o tempo todo sem que mesmo o saibamos. O teatro, a televisão e o cinema repetem Shakespeare exaustivamente, e o tempo todo. Atores e atrizes ao interpretarem o bem e o mal: sarcasmo, riso, choro, fraqueza, poder, força, dor, alegria, felicidade, desprezo estão sempre reproduzindo seus personagens.

Shakespeare considerava o homem um Ser sublime, fosse fraco ou forte, bom ou mal. Ele amava a humanidade. Sua obra alarga e expande a mente humana, fazendo o homem pensar mais, sentir mais, ver mais, por intermédio de suas tramas e seus personagens, que em vez de serem lidos, nos leem, por mais incrível que isso possa parecer.

Considerado o pai do teatro moderno, sua monumental obra teatral é dividida em tragédias, comédias, peças históricas e romances (peças finais). Assim, naquela que é apontada como a obra máxima do gênio humano, Hamlet – do famoso solilóquio “ser ou não ser: eis a questão” –, Shakespeare apresenta- nos um príncipe que levanta todas as questões inerentes à condição humana. Em Macbeth, ele discute a ambição desenfreada pelo poder, que não mede consequências até atingir seus objetivos, mesmo que isso leve a aniquilação e a loucura. Em Otelo, revela todo o poder destruidor da inveja e do ciúme. Em Rei Lear, ele nos mostra a velhice que perdeu a capacidade de discernir. Em Sonho de uma Noite de Verão, ele nos fala do mundo dos sonhos, apresentando todo poder transformador da imaginação. Em Romeu e Julieta, temos a maior história de amor de todos os tempos, os dois adolescentes que se confundiram com o real.

No Brasil, a sua obra é traduzida por dezenas de autores e suas peças são extremamente populares, sendo representadas e encenadas em todos os recantos do país. Shakespeare faleceu em 23 de abril de 1616, mas continua vivo encantando a humanidade com suas obras imortais. Por isso que Machado de Assis disse: “Não se discute Shakespeare, admira-se”.

William Shakespeare foi um dos dramaturgos e escritores mais importantes da história da humanidade. Ele escreveu obras geniais, que ainda hoje são adaptadas para o teatro e para o cinema. Nesta emissão os Correios homenageiam seis obras do Bardo: Romeu e Julieta, Macbeth, Otelo, Hamlet, Rei Lear e Sonhos de Uma Noite de Verão.

Jaime Recena
Secretário Adjunto de Turismo
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Edital 13 – 2017
Obras de William Shakespeare
(Emissão Postal Especial)

Brasília Patrimônio Mundial

12 – Brasília Patrimônio Mundial
(Emissão Postal Especial)

12 – Brasília Patrimônio Mundial
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE A MINIFOLHA

A minifolha com dez selos, dispostos em duas colunas, apresenta imagens que compõem a paisagem urbana de Brasília, que remetem à sua história e lhe dão identidade própria, tanto como capital da República como Patrimônio Mundial, ao mesmo tempo que a diferenciam de outras urbes por suas peculiaridades. Estão retratados o “foguetinho” do Parque da Cidade D. Sarah Kubitschek, o Museu Nacional de Brasília, com suas linhas futurísticas, os vitrais exclusivos do Santuário Dom Bosco, o Obelisco Militar de Brasília, na entrada do Quartel General do Exército Brasileiro, a Fonte Luminosa em frente à Torre de TV, a praça do Cruzeiro, marco de fé da fundação da Capital, o histórico Hotel Brasília Palace, o primeiro da cidade, o Estádio Nacional Mané Garrincha, as alças de acesso às superquadras, carinhosamente chamadas de “Tesourinhas” e os “Cobogós”, característicos dos primeiros edifícios residenciais. A minifolha apresenta ao fundo a imagem de um pôr do sol, no Eixo Monumental, tendo à esquerda a silhueta do Monumento JK e à direta o logotipo dos 30 anos do título da UNESCO, Patrimônio Cultural da Humanidade. Na margem inferior da folha, os logos da Exposição Brasileira – BRAPEX 2017, Exposição Internacional – Brasília 2017 e da Exposição de Multicolecionismo – Colecionar 2017. Na criação da arte foram utilizadas fotografias e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 12 Fotos: Lula Lopes Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Minifolha com 6 selos Dimensão da minifolha: 210mm x 148mm Valor facial: R$2,00 cada selo Tiragem: 30.000 minifolhas Área de desenho: 40mm x 30mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 24/10/2017 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil Item filatélico: envelope de 1º Dia de Circulação

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Texto descritivo do Edital
Brasília – A primeira cidade moderna e a mais
nova a ser declarada Patrimônio Mundial da
Humanidade

Brasília é uma cidade que surpreende. E desde que nasceu, em 21 de abril de 1960. Com apenas 27 anos de vida, por exemplo, recebeu, da UNESCO, o título de Patrimônio Mundial da Humanidade. É a mais nova e a primeira cidade moderna a receber esse título.

Idealizada por Juscelino Kubitschek, Brasília é uma obra-prima da arquitetura moderna. Sua concepção é fruto da genialidade do urbanista Lúcio Costa e do arquiteto Oscar Niemeyer. E tem mais, a nossa cidade é repleta de obras de artistas como Athos Bulcão, Burle Marx, Alfredo Ceschiatti, Marianne Peretti, Bruno Giorgio, entre outros, mais atuais, como Darlan Rosa e Ralfe Braga, que fazem daqui um lugar sem igual no mundo.

E em 2017, o feito histórico de ser considerada Patrimônio Mundial da Humanidade está completando 30 anos. Isso é, por si só, motivo para se comemorar. E nada melhor que essa parceria com os Correios e a Exposição Colecionar 2017 para eternizar esta data, registrada nesses 10 selos.

Com esses selos postais, cada carta vai levar a beleza de nossa cidade para os quatro cantos do Brasil. Aliás, do Brasil apenas não. A gente deseja que eles sejam enviados para os cinco continentes.

E que essas imagens, com as linhas, as curvas e, claro, o famoso céu de Brasília, sejam um convite para as pessoas do mundo inteiro conhecerem uma das cidades mais surpreendentes da história.

Venha você também se surpreender com Brasília!

Jaime Recena
Secretário Adjunto de Turismo
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Edital 12 – 2017
Brasília Patrimônio Mundial
(Emissão Postal Especial)

Bicicletas Antigas

11- Bicicletas Antigas
(Emissão Postal Especial)

11- Bicicletas Antigas
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE A MINIFOLHA

A minifolha, com oito selos, apresenta seis exemplares de bicicletas existentes no Brasil, desde 1890 até 1960. São modelos revolucionários para suas respectivas épocas, que tornaram-se ícones na história desse veículo no País. Alterando os paradigmas de representação, os desenhos avançam pelo papel, ultrapassando os limites dos selos, simulando um passeio ciclístico. A cor do fundo da folha, em sépia, faz referência ao passado, dando unidade às imagens. Todos os selos apresentam o logotipo da “Exposição Colecionar 2017”, assim como a vinheta no final da folha. Foi utilizada a técnica de computação gráfica sobre ilustrações em aquarela e nanquim.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 11 Arte: Cristiano Seixas/Ghost Jack Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Minifolha com 8 selos Dimensão da minifolha: 105 x 148mm Valor facial: R$1,25 Tiragem: 50.000 minifolhas Área de desenho: 44mm x 26mm Dimensão do selo: 44mm x 26mm Picotagem: 11 x 11,5 Data de emissão: 22/10/2017 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil Item filatélico: envelope de 1º Dia de Circulação

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Texto descritivo do Edital
Bicicletas Antigas

No final do século XIX, a bicicleta chegou ao Brasil trazida pelos imigrantes vindos da Europa. Os primeiros relatos de sua existência em território brasileiro são do Paraná, mais precisamente em Curitiba, cidade que recebeu muitos imigrantes desde a segunda metade do século XIX.

Entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, a bicicleta era um produto muito distante para a realidade brasileira. O custo de importação era elevado e não haviam fabricantes em território brasileiro. Mesmo assim, a partir de 1895, as bicicletas já podiam ser vistas nos estados do Sul e em São Paulo. Nesse ano, havia grande número de pessoas que possuíam esse veículo e o utilizavam para transporte.

No início do século XX, as marcas de bicicletas que dominavam o mercado eram: Bianchi, Lanhagno, Peugeot, Dupkopp, Phillips, Hercules, Raleigh, Prosdócimo, Singer, Caloi e Monark, todas importadas da Europa ou dos Estados Unidos. As marcas Prosdócimo, Monark e Caloi, eram bicicletas montadas no Brasil, sendo suas peças adquiridas de seus países de origem.

Em meados da década de 1940, em razão das dificuldades de importação das peças, devido à Segunda Guerra Mundial (1939-1945), empresas como Caloi, Monark e Irca (Irmão Caloi, uma cisão da família Caloi) iniciaram a produção de grande parte das peças e, a partir da década de 1950, as bicicletas dessas marcas passaram a ser produzidas integralmente no Brasil, com incentivo do governo de Getúlio Vargas, que visava fortalecer a indústria nacional e a criação de postos de trabalho.

Assim, surgiriam as bases de uma indústria que se deslancharia na década de 1950. Em abril de 1948, a Monark e a Caloi, que antes também importavam marcas europeias de boa qualidade, iniciaram suas atividades comerciais e industriais. A fabricação e comercialização de bicicletas no Brasil tiveram grande expansão. Além das marcas citadas, outras surgiram. Os empresários desenvolveram condições para produzir modelos de quadros e paralamas utilizados em montagens próprias, alcançando excelente qualidade. Na época, as bicicletas nacionais possuíam nível de qualidade necessário para enfrentar a concorrência das importadas provenientes da Europa, e podiam ser compradas nos magazines mais populares da época.

Na década de 60, sem incentivo do governo militar, as marcas menores foram absorvidas por outras indústrias até que só restaram duas marcas no Brasil, formando um monopólio que perdurou até a abertura do mercado nacional às bicicletas fabricadas em Taiwan, China e Japão, no início dos anos 90. A partir desse momento, o mercado sofreu brutal transformação devido à entrada de produtos de altíssima qualidade e a definição do perfil do consumidor ciclista, que se tornou mais exigente. Nesse momento, o conceito de mountain bike também começou a incomodar o mercado de bicicleta existente.

A mountain bike brasileira surgiu no Rio de Janeiro. Foram os cariocas que importaram bicicletas e formaram grupos de amigos para pedalar em percursos por trilhas, estradas vicinais e velhas fazendas. Quem não tinha acesso a uma importada improvisava adaptações nas bicicletas nacionais. A difusão do esporte fez a modalidade mountain bike estourar no Brasil inteiro.

Outra promoção do final da década de 1980 foram os passeios noturnos pelas ruas da capital paulista. Em 1989, esses passeios informais deram origem ao Night Biker e, em seguida, surgiu o Night Biker’s Club do Brasil, com a finalidade de promover passeios noturnos, fomentar o mountain bike e difundir conceitos relativos à educação e segurança do ciclista.

O movimento é apontado como fator importante na consolidação no País do ciclo ativismo, conhecido na língua inglesa como bicycle advocacy, e que consiste em atividades de defesa dos direitos dos ciclistas no uso da via pública, visando melhorar as condições para pedalar e popularizar o uso da bicicleta como veículo.

Em 1982 foi fundada a Federação Metropolitana de Ciclismo do Distrito Federal, com o objetivo principal de desenvolver o desporto do ciclismo para estimular a utilização da bicicleta como prática competitiva, meio de transporte, atividade física, lazer, entretenimento e turismo. Para empregar estas ações e promover o crescimento do ciclismo na região do Distrito Federal, a Federação investe na organização de eventos e competições para a população em geral, além de contribuir na construção de espaços apropriados para a utilização das bicicletas em todo o DF.

Com essa emissão, os Correios retratam uma breve história das bicicletas no Brasil, bem como divulga a prática do ciclismo, esporte saudável e de baixo custo, transporte ecologicamente correto, cuja prática cria um ambiente amistoso e integrador entre seus adeptos.

WANDERSON TOSTA
Presidente da Federação Metropolitana de
Ciclismo do Distrito Federal
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Edital 11 – 2017
Bicicletas Antigas
(Emissão Postal Especial)

Série América – UPAEP: Lugares Turísticos Monte Roraima-RR


10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
Monte Roraima-RR
(Emissão Postal Especial)

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
Maragogi-AL
(Emissão Postal Especial)

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
Chapada do Veadeiros-GO
(Emissão Postal Especial)

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
Cataratas do Iguaçu-PR
(Emissão Postal Especial)

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
Armação dos Búzios-RJ
(Emissão Postal Especial)

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Foz do Iguaçu-PR

10-Série América – UPAEP: Lugares Turísticos
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Sã o Paulo-SP
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SOBRE OS SELOS

Os cinco selos, no contexto da Série América-Upaep, destacam belos lugares turísticos, mostrando cinco paisagens representativas de cada região brasileira: Monte Roraima/RR (região norte), Maragogi/AL (região nordeste), Chapada dos Veadeiros/GO (região centro-oeste), Foz do Iguaçu/PR (região sul) e Armação dos Búzios/ RJ (região sudeste). Os selos retratam a beleza natural desses locais, reconhecidos, por suas peculiaridades e atrativos, como notáveis lugares turísticos do Brasil. A água, nosso maior recurso natural, é o elemento comum em todas as paisagens focalizadas. Foram usadas fotografias e a técnica de computação gráfica na composição da arte.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 10 Fotos: Ministério do Turismo Processo de Impressão: ofsete Folha: 20 selos (4 quintilhas) Papel: cuchê gomado Valor facial: R$2,00 Tiragem: 500.000 selos Área de desenho: 38mm x 38mm Dimensão do selo: 38mm x 38mm Picotagem: 11,5 x 11,5 Data de emissão: 27/09/2017 Locais de lançamento: Foz do Iguaçu/PR e São Paulo/SP Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Série América-Upaep – Lugares Turísticos

Os Correios, em parceria com o Ministério do Turismo, destaca, nesta emissão da Série América-Upaep, cinco belos lugares turísticos dos estados de Roraima, Alagoas, Goiás, Rio de Janeiro e Paraná, representando cada uma das regiões brasileiras.

Monte Roraima/RR – Lendário, inatingível, misterioso, são alguns dos adjetivos que vêm à mente dos turistas ao conhecerem o Monte Roraima. Essa maravilha natural está entre as montanhas mais altas do País, com mais de 2.500 metros. Preservado por meio de um Parque Nacional de mesmo nome, este atrativo fica situado no município de Pacaraima, extremo norte de Roraima, a cerca de 190 km da capital Boa Vista, e marca a fronteira tríplice entre Brasil, Venezuela e Guiana. A formação rochosa do Monte Roraima é uma das mais antigas do planeta, com idade estimada em mais de 2 bilhões de anos. Sua forma se parece com uma mesa, denominada pelos povos indígenas locais de tepuí. Com 2.875m de altitude e uma paisagem recortada por rios, cascatas e formações rochosas. Para acessar o parque é necessária a orientação de guias locais, para que seja possível percorrer com segurança suas trilhas, a principal delas, ao pé das montanhas, requer oito dias para ser coberta, com paradas no Rio Tek e no Lago Gladys. Mas o desafio vale a pena, e não apenas para turistas mais preparados fisicamente, pois o local já foi citado diversas vezes como o melhor lugar para se realizar trekking no País.

Maragogi/AL – No litoral norte de Alagoas está a cidade de Maragogi, a cerca de 124 km da capital Maceió. O turismo, que é a principal atividade local, fez com que a cidade se estruturasse sem perder suas características originais e suas tradições, como a pesca artesanal e a fabricação de bolinhos de goma feitos com manteiga e leite de coco. A mescla dessas características com a beleza de suas praias fizeram de Maragogi um destino muito procurado da região e dono do segundo maior polo turístico do Estado. A cidade nasceu a partir de um povoado conhecido como Gamela, que passou a se chamar Isabel em 1887. Cinco anos depois recebeu o nome atual herdado do principal rio que atravessa a região. Maragogi fica bem no meio da Costa dos Corais, fascinante trecho do litoral nordestino entre Maceió e Recife. No município de Maragogi, destacam-se os espaços naturais repletos de coqueirais, como as praias de Barra Grande, Peroba, São Bento e Burgalhau. O mar calmo dessas praias, na cor azul-turquesa, é ideal para o mergulho contemplativo, especialmente nas piscinas naturais formadas pelos recifes. A praia mais movimentada da cidade é a Praia Central, que faz parte da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais. Dali partem embarcações que vão até as Galés, formações de corais com aquários naturais que reúnem peixes, crustáceos, moluscos e corais de variadas espécies, ideais para observação com o uso de snorkel.

Chapada dos Veadeiros/GO – Declarado como Patrimônio Natural pela Unesco, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi criado em 1961, em Alto Paraíso de Goiás, e tem como objetivo maior proteger uma porção do Cerrado brasileiro. Localizado na área mais alta do centro-oeste brasileiro, a Chapada dos Veadeiros é um espetacular destino ecoturístico formado por cidades e vilarejos bem diferentes uns dos outros, mas com uma coisa em comum: a natureza encantadora, emocionante e bela. Com quase 66 mil hectares de área, a Chapada dos Veadeiros é famosa por suas grandes cachoeiras, profundos cânions de águas cristalinas e uma imensidão de quartzo. Veadeiros é parte do maior planalto do centro do Brasil, o que faz com que sua formação rochosa, exposta às alterações climáticas e erosão constante por cerca de 1,8 bilhões anos, seja das mais antigas da superfície do planeta. É ponto de maior luminosidade visto da órbita da Terra, segundo pesquisa da NASA (a agência espacial americana), por causa de seus cristais de quartzo. Sendo a parte mais alta do centro-oeste, Veadeiros atinge o pico na Serra do Pouso Alto, bem próximo da área urbana de Alto Paraíso. Influência dessas características, de junho a agosto os dias são quentes e ensolarados e as noites frias. A Chapada tem como bioma o Cerrado, uma espécie de savana brasileira. Além dos belos cenários de cachoeira e uma flora que soma mais de 1.400 espécies identificadas, com árvores cascudas e de tronco retorcido para sobreviverem às queimadas e ao intenso calor, também é possível encontrar cerca de 340 espécies de aves e entre elas, cerca de 50 são classificadas como raras, endêmicas ou sob risco de extinção na área.

Foz do Iguaçu/PR – Foz do Iguaçu é um dos mais belos cartões-postais do País, graças ao turbilhão de águas que cria um espetáculo inigualável: 275 saltos que formam as Cataratas do Iguaçu. Localizado no extremo oeste do Estado do Paraná, o Parque Nacional do Iguaçu fica na divisa entre Brasil e Argentina e atrai visitantes de todo o mundo principalmente os apaixonados por ecoturismo. Donas de uma vista exuberante, as Cataratas acumulam diversos títulos mundiais, foram selecionadas como uma das 7 maravilhas naturais do mundo, declaradas Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco e compõem a maior reserva de floresta pluvial subtropical do mundo. Esse rico ecossistema, que abriga espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção, como a onça-pintada e a araucária, encanta os turistas que buscam apreciar a mata exuberante e caminhar por passarelas que levam a poucos metros da maior das quedas d’água, a Garganta do Diabo, com 90 m de altura. Famosa pelas quedas d’água, Foz do Iguaçu também é um convite ao rafting, modalidade esportiva na qual se utilizam botes infláveis e equipamentos de segurança para descer corredeiras e quedas. Os percursos começam, geralmente, próximos às monumentais Cataratas. Outra atração de Foz é o Parque das Aves, que conta com uma área de 17 hectares de mata nativa e 800 espécies de aves (arara-azul, arara jubas, jacutinga e outras) a serem observadas pelos visitantes.

Armação dos Búzios/RJ – A 170 km do Rio de Janeiro está localizada Armação dos Búzios, nome oficial do município popularmente conhecido como Búzios, famoso balneário rodeado de mar verde e águas transparentes. Seu nome de batismo foi “ponta dos búzios”, devido à presença de numerosas conchas de moluscos gastrópodes em suas praias, utilizadas como adorno, ou ainda como buzina por pescadores da região, que anunciavam a mercadoria fresca pelas ruas da península. Na década de 60, o lugar se transformou em refúgio de veraneio de cariocas, até que a atriz Brigitte Bardot passasse por lá. A partir desse momento, a pequena vila de pescadores nunca mais foi a mesma: ganhou prestígio internacional, se transformou em badalado destino turístico internacional e deu impulso definitivo àquele que seria considerado um dos balneários mais charmosos do mundo, que passa a ser frequentado especialmente por franceses e argentinos. O centro da cidade cresceu muito nos últimos tempos, mas o ponto alto é a tradicional Rua das Pedras. Há bares para todos os gostos e restaurantes sofisticados, lojas elegantes e até um cinema com o nome da famosa atriz francesa. O balneário conta com mais de 15 praias e entre as principais estão as Praias de Geribá (reduto dos surfistas), da Ferradura (boa para mergulho livre), da Armação, Azeda, João Fernandes, entre outras.

Ministério do Turismo
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Edital 10 – 2017
Série América – UPAEP: Lugares Turísticos

Flores da Mata Atlântica

Flores da Mata Atlântica
Selo autoadesivo
(Emissão Postal Especial)
09-Flores da Mata Atlântica
Quadra de selos gomados
(Emissão Postal Especial)

09-Flores da Mata Atlântica
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Curitiba

09-Flores da Mata Atlântica
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Rio de Janeiro
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SOBRE OS SELOS

Os selos desta emissão foram concebidos levando em consideração o equilíbrio entre formas e cores das flores escolhidas: O ipê branco – Tabebuia roseoalba (Ridl.) Sandwith, o ipê rosa – Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos, a begônia – Begonia angularis Raddi e o antúrio – Anthurium lucioi Nadruz. As flores foram dispostas procurando lembrar uma simetria com uma espécie de flor em cada selo, emolduradas por suas folhas, compondo uma quadra harmonizada. Foi usada a técnica de computação gráfica para todo o processo criativo, desde a composição, linhas até a finalização da pintura e inserção de tipografia.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 9 Arte: Camila Sena Hott

GOMADOS

Processo de Impressão: ofsete + resina aromática Folha: 24 selos (6 de cada) Papel: cuchê gomado Valor facial: R$2,55 Tiragem: 480.000 selos Área de desenho: 35mm x 25mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12

AUTOADESIVOS

Processo de Impressão: ofsete Folha: 24 selos Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 960.000 selos Área de desenho: 34mm x 24mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: semicorte com “BR”

Data de emissão: 22/09/2017 Locais de lançamento: Rio de Janeiro/RJ e Curitiba/PR Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Flores da Mata Atlântica

A Mata Atlântica é uma das florestas mais ricas em biodiversidade de plantas no planeta. Os Correios destacam nesta emissão quatro espécies de flores deste bioma: o ipê-rosa, o ipê-branco, a begônia e o antúrio, duas delas são endêmicas do Brasil.

Ipê-rosa, Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos

Árvore da casca grossa de flor rosa, com ramos cilíndricos e glabros, folhas opostas e pecíolo cilíndrico e glabro. Lâmina foliar membranácea, composta de cinco a sete folíolos elípticos, com margens serreadas, base aguda a obtusa e ápice acuminado. Flor pedicelada com sépalas esverdeadas, 5-lobadas e pelos esparsos, pétalas tubulosas, rosadas com manchas alvas ou amareladas. Fruto em forma de cápsula, alongado. Espécie longeva, podendo atingir até 800 anos, comum na Mata Atlântica, também encontrada no Cerrado, com distribuição nas regiões Sul, Sudeste, nos estados da Bahia, Pernambuco, Ceará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Floresce e frutifica nos meses de julho, agosto e setembro. A madeira é utilizada em obras externas e possui potencial ornamental, principalmente na arborização de ruas, avenidas e praças. Possui conhecida utilização na medicina alternativa, sendo rico em potássio, cálcio, ferro, bário, estrôncio e iodo, com potencial antibiótico. É uma espécie recomendada para recuperação de ecossistemas degradados. Possui crescimento rápido, dependendo das condições climáticas.

Ipê-branco, Tabebuia roseoalba (Ridl.) Sandwith

Árvore da casca grossa de flor branca, de ramos cilíndricos e glabros. Possui folhas opostas de pecíolo cilíndrico, longo e glabro a pubescente, lâmina foliar cartácea, composta de três folíolos elípticos a obovados, com margem inteira, base arredondada a raramente cordada e ápice acuminado. Flores com sépalas esverdeadas a vináceas e pilosas, pétalas em forma de tubo rosadas a esbranquiçadas, com a parte superior interna com estrias amareladas. Fruto cápsula alongado. Com distribuição na Mata Atlântica nas Regiões Sudeste e Nordeste, podendo alcançar o Cerrado e a Caatinga, nos estados da região Centro-Oeste, Pará e Tocantins. Floresce em maio, setembro e outubro e perde completamente as folhas durante esse período. Sua floração dura poucos dias. Na construção civil a madeira do ipê- -branco pode ser utilizada em acabamento externos. Muito utilizada em ornamentação de ruas, avenidas, praças e jardins, e útil em reflorestamentos na recomposição da vegetação arbórea.

Begônia, Begonia angularis Raddi

Possui esse nome em homenagem a Michel Begon (1638-1710), francês, militar e colecionador de plantas. Espécie herbácea a subarbustiva de lâmina foliar com forma ovada a lanceolada, com base assimétrica, margem levemente ondulada a denteada, de período anguloso, nervuras palmadas, de coloração esverdeada na face superior e avermelhada na inferior. Flores femininas separadas das masculinas, esbranquiçadas a rosadas com quatro a cinco tépalas. Frutos em forma de cápsula oblonga a ovada. Endêmica do Brasil e exclusiva da Mata Atlântica, crescendo em áreas úmidas e sombreadas com distribuição nos estados do Sudeste, Bahia e Paraná. Floresce de abril a junho e frutifica de julho a setembro e pode ser encontrada na Floresta Pluvial Atlântica, Campos Altimontanos, floresta Ripária e mata de Restinga. As espécies de begônias são muito utilizadas em ornamentação pelas folhagens e, também, pelas belas flores. Recomendadas em vasos ou jardineiras, bem como diretamente no chão.

Antúrio, Anthurium lucioi Nadruz

Flores em forma de rabo. Espécie herbácea, podendo ser encontrada como terrestre ou crescendo em cima de pedras (rupícola). Tem como características principais a forma ovada a lanceolada da lâmina foliar, com a base obtusa ou truncada. Possui nervuras coletoras retilíneas, que saem um pouco acima da base laminar, tornando-se curvilíneas. As flores são reunidas numa estrutura denominada espádice, protegido por uma folha modificada, denominada espata, de coloração esverdeado-alvacenta. Frutos de coloração esverdeada. Espécie endêmica do Brasil e da Mata Atlântica, encontrada somente na zona da mata e sul de Minas Gerais, nas serras da Mantiqueira e do Caparaó, até o vale do Paraíba paulista na serra da Bocaina. É considerada rara e em perigo. Cresce em locais úmidos e sombreados em floresta ombrófila altomontana, na faixa altitudinal entre 900-1600 m. Espécie considerada indicadora de áreas preservadas, não tolerando locais desmatados. Descoberta em 2004 numa expedição à Serra do Araponga, no município de Araponga em Minas Gerais.

Marcus A. Nadruz Coelho
Pesquisador Titular do Instituto de Pesquisa
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
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Edital 9 – 2017
Flores da Mata Atlântica
(Emissão Postal Especial)

Aparecida 300 Anos de Fé e Devoção – Jubileu 300 Anos de Bênçãos 1717-2017

12 de setembro de 2017

08-Aparecida 300 Anos de Fé e Devoção –
Jubileu 300 Anos de Bênçãos 1717-2017
(Emissão Postal Comemorativa)

08-Aparecida 300 Anos de Fé e Devoção –
Jubileu 300 Anos de Bênçãos 1717-2017
(Emissão Postal Comemorativa
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo autoadesivo destaca ao centro a figura de Nossa Senhora Aparecida e, ao fundo, integram a composição da arte elementos gráficos, como um cesto, que remete à temática da pesca, ofício dos três homens que encontraram a pequenina imagem, e as cores do Brasil, País que a aclamou como padroeira. Foram utilizadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 8 Arte: Pamela Prudente Folha com 24 selos Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 1.440.000 selos Área de desenho: 34mm x 24mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: semi-corte com “BR” Data de emissão: 12/09/2017 Local de lançamento: Aparecida/SP Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Das redes ao coração dos brasileiros

Surgida nas águas do Rio Paraíba do Sul, uma pequenina imagem da Imaculada Conceição, enegrecida pelo barro do rio se mostrou sinal de Deus no Brasil colonial. Desde então tem sido bênção para todos, peixes em abundância, saúde alcançada e vida cristã reassumida.

Nos idos de 1717, havia muita agitação por causa do ouro no Brasil colônia. As disputas preocupavam as autoridades. Por conta disso, Dom João V, Rei de Portugal, na Consulta do Conselho Ultramarino nomeou Dom Pedro de Almeida Portugal e Vasconcelos, Governador da Capitania de São Paulo e das Minas.

Em sua viagem da Capitania de São Paulo para a de Minas, Dom Pedro, o futuro Conde de Assumar, aproveitou para conhecer cada vila que estava no caminho. E não seria diferente na Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá.

Mensageiros de sua numerosa comitiva se adiantaram para avisar as autoridades da vila que o Governador chegaria em breve e por isso deveriam providenciar um banquete de boas vindas. Dom Pedro apesar de sua fama de severo e rígido em seus julgamentos, era um homem temente a Deus. Como sua chegada se daria em dia de preceito religioso, era necessária uma pesca farta para sua comitiva. As autoridades convocaram os pescadores da região para que pescassem o quanto fosse possível. Caso contrário, alguma retaliação poderia acontecer.

Temendo por suas vidas, os três pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso saíram para pescar. Mesmo sabendo que não era época propícia para pesca. Fizeram uma prece a Nossa Senhora da Conceição pedindo que os ajudasse e seguiram jogando a rede durante todo o trajeto, mas sem resultado algum.

João Alves lançou novamente a rede. Sentiu que havia algo preso na trama, retirou suas malhas da água, e para sua surpresa, apareceu um corpo sem a cabeça de uma imagem de barro, envolto pelo lodo das águas do rio.

Mais abaixo no rio, outra vez a rede foi lançada. Recolheram, mas sem entusiasmo… Porém o improvável aconteceu: uma pequenina cabeça surge presa na rede.

Ao aproximar o corpo da cabeça, tudo se ajustou perfeitamente. Era uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, que por milagre, tinham encontrado nas águas turvas do Rio Paraíba. Aqueles três humildes pescadores sabiam que aquela aparição era um sinal de Deus. Um milagre! A partir daquele dia, tudo mudou! Após o encontro da imagem, a pesca fora abundante.

Diante daquele sinal divino, começou de forma maravilhosa a história da devoção a Nossa Senhora que carinhosamente passaram a chamar de Aparecida.

Hoje, há 300 anos nas colinas de Aparecida, cada peregrino se alegra com o encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida naquele outubro de 1717. Nesses três séculos de bênçãos, graças e devoção, podemos afirmar que a fé do povo brasileiro contribuiu para tornar o maior Santuário Mariano do mundo em um local único, com visitação anual de mais de 12 milhões de romeiros, transformando o lugar em um grande centro acolhimento, peregrinação e evangelização.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Aparecida
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Dia de palestra para os Escoteiros

Aconteceu neste sábado, dia 19 de agosto de 2017, na Escola Municipal Professor Ulisses Falcão Vieira, na Cidade Industrial de Curitiba, uma palestra para o grupo escoteiro “UNIÃO JUVENTUS”.
O chefe dos escoteiros Sr. Március Vinicius reuniu os escoteiros na quadra da escola e em seguida o filatelista Sr. Ricardo Dal Pasqual deu inicio à palestra promovida pela SOFICUR explicando como nasceu o selo, como iniciar uma coleção e outros temas ligados à filatelia.
Após a palestra que se estendeu por aproximadamente 20 minutos, os escoteiros tinham muitas perguntas e todas foram prontamente respondidas.
Em seguida foi distribuído de forma gratuita (brinde) um pacote com alguns selos temáticos de diversos países juntamente com o endereço de correspondência da SOFICUR para esclarecimento de futuras duvidas e ou sugestões.
Por fim algumas coleções ficaram expostas sobre as mesas para apreciação dos presentes.

 

 

 

Colecionar 2017

De 24 a 29 de outubro, Brasília recebe a Colecionar 2017 – A Grande Exposição de Coleções. Um evento inovador que reunirá filatelistas do mundo inteiro, colecionadores de cédulas e moedas, além dos apaixonados por carros antigos, artesanatos e orquídeas. Saiba mais em: https://www.facebook.com/colecionar2017/

O maior evento de coleccionismo do Continente Americano este ano, o “COLECIONAR 2017”, que vocês podem ver nesta ligação ao facebook, realiza-se no próximo mês de Outubro, do dia 24 ao dia 29, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, reunindo no mesmo espaço a filatelia, a numismática, o artesanato, a exposição de carros e outros veículos antigos, e as flores, especialmente as orquídeas. O destaque especial deste conjunto de manifestações de coleccionismo, vai para as duas grandes exposições filatélicas, a Exposição Mundial Especializada de Filatelia “BRASÍLIA 2017”, e para a XIII Exposição Filatélica Brasileira “BRAPEX 2017”, tanto uma como a outra com suporte técnico da FEBRAF – Federação Brasileira de Filatelia.

A “BRAPEX 2017” é uma exposição competitiva aberta a todos os coleccionadores brasileiros que já tenham, ou não, participado e obtido classificações em exposições nacionais. Estão inscritas cento e duas participações em todas as classes de competição, incluindo Cartões Postais, num total de cerca de 370 faces de quadros expositores. O evento terá o patrocínio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, e o apoio da AFNB – Associação Filatélica e Numismática de Brasília.

A Exposição Mundial Especializada de Filatelia “BRASÍLIA 2017” conta com os patrocínios da FIP – Federação Internacional de Filatelia, dos Correios do Brasil, do Governo de Brasília e da RTB – Eventos Culturais. Conta ainda com os auspícios da FIAF – Federação Interamericana de Filatelia, e com a colaboração e apoio das casas filatélicas e leiloeiras Spink London 1666, e Auktionshaus Christoph Gärtner GmbH & Co. KG, da Alemanha. Entre as várias iniciativas que decorrerão no período da exposição, está já confirmada a recepção que a Royal Philatelic Society, de Londres, fará aos seus membros, no dia 27 de Outubro.

Deixei várias ligações aos sites das exposições e entidades organizadoras, para que possam seguir este grande evento de colecionismo mundial, e verem a última realização de promoção no facebook, que também podem seguir regularmente.

Bicentenário da Revolução Republicana em Pernambuco


Bicentenário da Revolução Republicana em Pernambuco
(Emissão Postal Comemorativa)

07- Bicentenário da Revolução Republicana em Pernambuco
(Emissão Postal Comemorativa
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo comemorativo ao Bicentenário da Revolução é uma releitura do selo do Centenário, de 1917. Os elementos como a ortografia, o padrão monetário e as datas foram atualizados, além da menção “BICENTENÁRIO”. No centro do selo, a bandeira passa a ser representada com suas 5 cores originais: o amarelo, o azul escuro, o branco, o verde e o vermelho. À esquerda, o brasão do Estado de Pernambuco, menção “BICENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA EM PERNAMBUCO” e o valor facial; à direita, a menção “1817 – 2017” e a legenda “BANDEIRA DA REPÚBLICA DE 06 DE MARÇO DE 1817”, tal qual em 1917, e o valor facial. A técnica utilizada foi ilustração vetorial. Capa do edital: Bênção das Bandeiras da Revolução de 1817, óleo sobre tela de Antônio Parreiras.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 7 Arte: Jamile Costa Sallum – Correios Processo de Impressão: ofsete Folha: 18 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 1,80 Tiragem: 180.000 selos Área de desenho: 35mm x 25mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 31/08/2017 Locais de lançamento: Recife/PE Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Bicentenário da Revolução Republicana em Pernambuco

Em 6 de março de 1817 eclodiu no Recife, Pernambuco, uma revolução republicana. Este movimento é um dos capítulos mais importantes da história do Brasil. Além de Pernambuco, a nova república recebeu também o apoio da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de parte do Ceará. A Revolução Republicana de 1817 se destaca não só por ter sido o primeiro movimento efetivo para a independência do Brasil, mas também porque foi a única insurreição anticolonial que conseguiu tomar o poder em toda história da monarquia portuguesa.

A capitania de Pernambuco, por aquela época, encontrava-se pesadamente sobrecarregada de tributos. Boa parte do que se arrecadava no porto do Recife era transferido para cobrir os custos crescentes da corte do rei Dom João VI, que havia se instalado no Rio de Janeiro desde 1808. A monarquia absolutista era o alvo das críticas dos pensadores iluministas. As ideias libertárias já haviam detonado movimentos como a Independência dos EUA, a Revolução Francesa e a Revolução do Haiti, todos com profundo impacto no cenário político latino-americano. Em Pernambuco, estas ideias chegavam com os estudantes universitários que retornavam da Europa ou em diversas publicações que circulavam clandestinamente. As lojas maçônicas funcionavam como difusoras do ideário ilustrado. O Areópago de Itambé e as academias do Paraíso e do Cabo eram alguns destes locais secretos de reuniões onde se conspirava pela liberdade.

No dia 7 de março de 1817, formou-se um governo provisório composto por cinco representantes dos diversos setores da sociedade local: Domingos José Martins (Comércio), Domingos Teotônio Jorge (Militar), padre João Ribeiro (Clero), José Luís de Mendonça (Magistratura) e Manuel Correia de Araújo (Agricultura). O governo provisório tomou várias providências legais para garantir os direitos da cidadania e as liberdades individuais. Enquanto não fosse possível reunir uma assembleia constituinte, a república seria regida por uma lei orgânica com 28 artigos. Essa lei definia os princípios básicos do funcionamento do governo e dava, entre outras coisas, garantias da liberdade de imprensa e de religião. A nova república aboliu o uso do pronome de tratamento “vossa mercê”, estabelecendo que os cidadãos deveriam se tratar por “vós” ou por “patriota”. Os revolucionários de 1817 desejavam ainda abolir a escravidão gradualmente, uma precaução necessária para um movimento que dependia do apoio de grandes proprietários de escravizados.

O governo provisório enviou para os Estados Unidos um representante diplomático, Antônio Gonçalves da Cruz, o Cabugá. A missão de Cruz Cabugá era adquirir armamentos e embarcações, recrutar oficiais militares para comandar as tropas pernambucanas e conseguir apoio do governo norte-americano. Num segundo momento, trataria de encontrar meios para resgatar Napoleão Bonaparte do exílio na distante ilha de Santa Helena. Os primeiros objetivos foram alcançados, embora, ao chegarem a Pernambuco, os reforços enviados por Cabugá já encontraram a república derrotada.

Uma outra providência foi a criação de uma bandeira para o novo país. Ela era composta por um fundo azul e branco. Sobre a faixa azul, figuravam um arco-íris (símbolo da união), três estrelas (representando Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e o sol da liberdade. Sobre a faixa branca, uma cruz vermelha fixava o catolicismo como religião de Estado. Em 1917, por sugestão do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano – IAHGP, a bandeira revolucionária de 1817 foi adotada como bandeira do Estado de Pernambuco. Na ocasião, os Correios emitiram um selo alusivo ao centenário da Revolução, sem dúvida, o motivo principal do lançamento de 100 atrás foi a própria adoção da atual bandeira em 06/03/1917 como um dos símbolos do Estado. A bandeira é a melhor representação para identificar um povo e um território e o selo foi, então, um veículo excelente de divulgação. Contudo, em vista das limitações técnicas de impressão da época, o selo fora emitido numa única cor, o azul.

Para homenagear o Bicentenário da Revolução Republicana em Pernambuco e, indiretamente, o centenário da primeira emissão comemorativa a data, os Correios mais uma vez, por meio de importante emissão filatélica, celebra relevante fato histórico não apenas para o Estado de Pernambuco, mas para todo o país.

Comissão Organizadora do Bicentenário da Revolução
Pernambucana de 1817
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
Edital 7 – 2017
Bicentenário da Revolução Pernambucana de 1817
(Emissão Postal Comemorativa)

200 Anos de Araraquara


200 Anos de Araraquara
(Emissão Postal Comemorativa)

06 – 200 Anos de Araraquara
(Emissão Postal Comemorativa
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo é composto pela foto de Guiherme Bonini e pela marca dos 200 Anos de Araraquara, de autoria do designer gráfico Eduardo Rodrigues da Silva, ambos vencedores do Concurso “Araraquara 200 Anos”. A imagem destaca a Rua Voluntários da Pátria, também conhecida como Rua 5 e, mais recentemente, como Boulevard dos Oitis, um dos raros espaços públicos de Araraquara que conserva características expressivas do seu desenho original. Pavimentada nos primeiros anos do século XX, conserva os paralelepípedos do leito carroçável. Cerca de 40% das calçadas são revestidas por arenito rosa em formatos irregulares – parte deles com vestígios paleontológicos oriundos da região de Araraquara – e ladeada por oitis centenários, trazidos do Rio de Janeiro, em 1911, cujas copas frondosas formam um Túnel Verde no coração da cidade. Protegido por lei municipal, este logradouro constitui-se em uma forte referência afetiva da população local, já tendo inclusive se firmado enquanto atrativo para os turistas e visitantes de Araraquara. Foram utilizadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 6 Foto: Guilherme Augusto Bonini Marca: Eduardo Rodrigues da Silva Processo de Impressão: ofsete Folha com 18 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 180.000 selos Área de desenho: 21mm x 39mm Dimensão do selo: 26mm x 44mm Picotagem: 11,5 x 11 Data de emissão: 22/8/2017 Local de lançamento: Araraquara/SP Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Sobre a história de Araraquara

Araraquara é um município da região central do interior do estado de São Paulo, localizado a 270 quilômetros da capital, a uma altitude de 640 metros. Sua fundação remonta aos anos finais do século XVIII, período em que aparecem os primeiros registros da presença do homem branco no vasto território, então denominado Campos de Aracoara.

A criação da Freguesia de São Bento de Araraquara ocorreu em 22 de Agosto de 1817, por meio de Resolução Régia, que a subordinava ao município de Piracicaba, de quem veio a desmembrar-se em 1832, quando de sua elevação à condição de Vila e, posteriormente, Comarca, em abril de 1866.

Até a metade do século XIX, a economia local era pautada na produção de subsistência e canalização do pequeno excedente para o abastecimento das comitivas que se dirigiam ao Mato Grosso. Foi apenas a partir dos anos de 1860 que, com a expansão da cultura cafeeira e todos os benefícios promovidos pelo seu fastígio, que o município conheceu tempos de desenvolvimento econômico, urbano e social.

A chegada da Estrada de Ferro, em 1885, promoveu a conexão definitiva da região com o resto do país e do mundo, inclusive com a recepção de amplo movimento imigratório, com especial destaque daqueles originados da Itália.

Nas primeiras décadas do século XX, Araraquara recebeu um fortíssimo impulso no seu desenvolvimento urbano, dentro de uma política sistemática de embelezamento, arborização, infraestrutura e instalação de equipamentos culturais e educacionais.

A crise deflagrada a partir da quebra da bolsa em 1929 e a derrocada da economia cafeeira obrigaram a cidade a buscar alternativas econômicas voltadas para a policultura e a diversificação de atividades. A partir da década de 1930, gradualmente a cidade assistiu à chegada de indústrias e à instalação de uma diversidade de empresas ligadas ao comércio e serviços, definindo uma trajetória de estabilidade econômica que se refletiu na definição da qualidade de vida da sua população.

A partir da segunda metade do século passado, a indústria sucroalcooleira firmou-se como um dos pilares econômicos da região, com fortes influências na definição da paisagem geográfica, ambiental e humana da cidade.

A condição de diversidade econômica, aliada a administrações municipais sólidas, tem contribuído firmemente para atrair uma quantidade expressiva de empresas e investimentos para Araraquara. Além disso, a cidade conta com universidades – pública e privadas – e incontáveis benefícios de infraestrutura, inclusive com uma malha viária ampla que, certamente, incrementam a atratividade para a cidade.

Teresa Cristina Telarolli
Socióloga, pesquisadora e Secretária Municipal de Cultura
Araraquara 200 anos: cidade solidária e participativa

Quis a história – e isso muito me honra e emociona – que estivesse à frente do Poder Executivo neste ano de 2017, quando Araraquara completa o seu bicentenário.

Penso que o aniversário de 200 anos da nossa Morada do Sol é um momento simbólico e extremamente importante para que a população possa fazer uma reflexão conjunta sobre a cidade que construímos até aqui, as conquistas que obtivemos ao longo da nossa história, os caminhos que seguimos, mas, principalmente, para onde vamos. Este é o momento de unirmos toda cidade num só sentimento e pactuarmos qual Araraquara queremos deixar para as nossas futuras gerações.

Que nesta data simbólica possamos pactuar a construção de uma cidade solidária, em que cada araraquarense tenha a capacidade de se colocar no lugar do próximo. E, se colocando no lugar do outro, possa transformar realidades injustas.

Que possamos fazer da participação o cerne da cidade que projetamos. Que a construção da Araraquara dos nossos sonhos seja uma construção, efetivamente, de todos, independente de onde moram, da classe social, da condição de gênero, da raça e etnia.

Que sejamos capazes de, juntos, planejar, trabalhar e construir, dia após dia, a cidade dos nossos sonhos: mais justa, mais humana e mais igualitária.

Edinho Silva
Prefeito Municipal
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
Edital 5 – 2017
200 Anos de Araraquara
(Emissão Postal Comemorativa)

Dia do Selo – Filatelistas contam sobre suas coleções

Há exatos 174 anos, entrava em circulação a primeira emissão postal brasileira, o Olho de Boi. A data de 1º de agosto ficou marcada no calendário como o Dia do Selo Postal Brasileiro. O Brasil foi o segundo país do mundo e o primeiro das Américas a adotar o selo postal. E o que funcionava como comprovante de franqueamento acabou virando objeto de desejo de colecionadores. No Dia do Selo, filatelistas contam um pouco sobre suas coleções.
A filatelia surgiu de maneira inusitada na vida do advogado e professor universitário Andrei Morh Funes, de Curitiba. Andrei conta que, por volta dos 5 anos de idade, ele e o irmão encontraram alguns selos jogados em um terreno baldio na cidade de Pirapozinho, na região de Presidente Prudente (SP), onde moravam na década de 70.
De lá para cá, Andrei nunca parou de colecionar. Para incrementar sua coleção, o filatelista compra, troca e também é presenteado com peças de todo o mundo. “Ontem mesmo, enviei um lote com 200 selos para Portugal e já entrei em contato com um colecionador na Espanha. Não tem um conhecido ou amigo que não me traga selos de presente. Na última semana, minha filha trouxe do Canadá selos de pilotos de Fórmula 1”, afirmou. Ele estima que tenha em acervo mais de 70 mil
selos. Entre os maios raros, destaca o Penny Black, o Olho de Boi (30, 60 e 90 réis) e os inclinados. A admiração pela filatelia já conquistou a família. Andrei incentivou as filhas, de 12 e 16 anos, a seguir o hábito do pai. Entre os temas preferidos, ele aponta os relacionados ao tênis (esporte) e ao papa, os selos sobre selos e as peças triangulares.
O interesse o presidente da Sociedade Filatélica de Curitiba (Soficur), Ricardo Dal Pasqual, pelo mundo dos selos começou aos 11 anos, ao ver a coleção de um tio. Hoje, o seu xodó é o álbum de peças relacionadas ao Paraná.
Ele mostra, com orgulho, o exemplar de uma carta pré-filatélica, que saiu de Curitiba com destino a São Paulo. Como ainda não existiam os selos, a postagem era paga pelo destinatário. A correspondência recebia carimbos referentes a cada cidade por onde passava e a anotação, a mão, dos novos valores a serem pagos.
Outras peças de destaque da coleção dele são: cartas transportadas pela companhia aérea paranaense Aerolloyd Iguassu e pelo dirigível Zeppelin e, ainda, as abertas pela censura.
“O brasileiro prefere selo novo. Já o europeu, o carimbado, com a justificativa de que cumpriu a sua função.
Mas isso não é regra”, complementa Ricardo. O presidente da Soficur revela uma curiosidade sobre o Olho de Boi. À época do seu lançamento, em 1843, autoridades cogitaram estampar a efígie de D. Pedro II, mas logo voltaram atrás, com
o argumento de que os selos carimbados acabariam por “desrespeitar” a imagem do imperador.

Monumentos Históricos Brasileiros


05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)

05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)

05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)

05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Manaus

05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação Rio de Janeiro

05 – Monumentos Históricos Brasileiros
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – Porto Alegre
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SOBRE OS SELOS

A emissão é composta por três selos, cada um com a imagem de um monumento que representa diferente época, estilo e região do Brasil. No primeiro selo é mostrada a estátua de “O Laçador”, de Porto Alegre/RS, moldada em meados do século XX, representando o gaúcho típico com toda a sua indumentária. O segundo selo apresenta a imagem da metade superior do monumento “Estátua Equestre de D. Pedro I”, do Rio de Janeiro/ RJ, reproduzindo a figura do imperador sobre um cavalo, acenando com a mão direita a primeira Constituição do Brasil. O trabalho, de meados do século XIX, é o primeiro monumento cívico da cidade e inaugurou o estilo romântico no País. O terceiro selo focaliza detalhe do topo do “Monumento a Abertura dos Portos da Amazônia às Nações Estrangeiras”, de Manaus/AM. A obra, concluída no final do século XIX, exibe imponente e exuberante figura feminina, tendo aos seus pés a estátua do deus Mercúrio, simbolizando a indústria e o comércio. As imagens foram dispostas na diagonal da área do selo para ampliar a ilustração das esculturas. Foram utilizadas fotografias com técnicas de arte finalização em computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 5 Fotos: Rodrigo Galvão (RJ), Thiago dos Santos Donga (AM) e ChicoEmir (RS) Arte-finalização: Jamile Costa Sallum – Correios Processo de Impressão: ofsete Folha: 18 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 1,80 Tiragem: 540.000 selos, 180.000 de cada Área de desenho: 33mm x 33mm Dimensão do selo: 38mm x 38mm Picotagem: 11,5 x 11,5 Data de emissão: 11/08/2017 Locais de lançamento: Rio de Janeiro/RJ, Manaus/AM e Porto Alegre/RS Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Monumentos Históricos Brasileiros

Monumento é uma estrutura erigida por motivos simbólicos e/ou comemorativos. São geralmente concebidos com o duplo propósito de marcar um acontecimento importante, ou homenagear uma figura ilustre, e, simultaneamente, criar uma edificação artística que aprimorará o aspecto de uma cidade ou local. Os monumentos retratam a cultura, vivências e costumes de um povo em um determinado período de sua história. Para esta emissão foram selecionados três obras de destaque: uma do sul, outra do centro e mais uma do norte do País. Essas construções, por meio da Filatelia, representam os monumentos nacionais, pela importância memorável e reconhecida qualidade artística.

Estátua Equestre de D. Pedro I – Rio de Janeiro

O artista João Maximiano Mafra foi o vencedor do concurso para este projeto, aberto pela Academia Imperial de Belas Artes, em 1855. A execução da obra foi realizada em Paris, por Luiz Rochet. D. Pedro II inaugurou o monumento em 30 de março de 1862, erguido no centro da Praça da Constituição (hoje Praça Tiradentes). É um bem cultural excepcional sob diversos pontos de vista. Foi o primeiro monumento cívico da cidade; uma das maiores peças de arte de bronze das Américas daquele tempo e é obra introdutora da escultura romântica no Brasil. A escultura vigorosa e movimentada de D. Pedro I se apresenta sobre cavalo, acenando com a carta constitucional de 1824. Na base as notáveis alegorias dinâmicas de quatro rios brasileiros (Amazonas, Paraná, Madeira e São Francisco) são representadas por grupos escultóricos com indígenas, animais selvagens e plantas nativas. No friso do pedestal estão os escudos das vinte províncias do Brasil, àquela época. Na face principal, junto das armas brasileiras, lê-se: “A D. Pedro I, gratidão dos brasileiros”. O embasamento de granito carioca tem 3,30m de altura, o pedestal de bronze mede 6,40m até o alto da cornija e a estátua equestre tem 6,00m de altura. (Texto adaptado do Guia de Bens Tombados da SEC-RJ/Inepac).

O Laçador – Porto Alegre

A estátua do Laçador (ou Monumento ao Laçador) é a representação do Gaúcho tradicionalmente vestido em trajes típicos. O autor da obra é o escultor da cidade de Pelotas, Antônio Caringi, que inspirou-se no homem campeiro, tendo como modelo o tradicionalista João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes, gaúcho de Livramento, que posou para o artista com a sua coleção de indumentária gauchesca. Moldado no atelier de Caringi, no Rio de Janeiro, O Laçador esteve exposto no Parque Ibirapuera, no Pavilhão do Rio Grande do Sul, em 1954, durante as festividades do IV Centenário de São Paulo. Depois de ser adquirido pela prefeitura de Porto Alegre, o monumento foi instalado na entrada da Avenida Farrapos, em 20 de setembro de 1958. Foi construída em bronze, tem 4,45 m de altura, pesa 3,8 toneladas e fica em um pedestal de granito trapezoidal de 2,10 m de altura. O monumento é considerado patrimônio da cidade, pela lei complementar nº 279, de 17 de agosto de 1992, O Laçador foi tombado pela Secretaria Municipal da Cultura, de acordo com edital publicado na imprensa em 17 de julho de 2001. Em 1991, por votação popular, o monumento já havia sido eleito símbolo oficial de Porto Alegre, Em 11 de março de 2007, a estátua foi transferida para o Sítio do Laçador, a uma distância de 600 metros do seu local original. O monumento encontra-se numa elevação que recebeu a denominação de Coxilha do Laçador. (Texto adaptado de http:// zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/almanaque-gaucho/noticia/2017/03/ conheca-a-historia-da-estatua-do-lacador-9753722.html).

Monumento à Abertura dos Portos da Amazônia – Manaus

O Monumento à Abertura dos Portos da Amazônia às Nações Estrangeiras está localizado no centro da praça de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas. É comemorativo à Abertura dos Portos e Rios da Amazônia à Navegação Estrangeira, ocorrida em 1866. Em 1899 ergue-se o monumento, sob a supervisão e criação do artista italiano Domenico de Angelis, que na época dedicava-se à decoração do salão nobre do Teatro Amazonas, então em construção. Todo o material foi importado da Europa. O granito usado no topo e o mármore da frisa vieram da Itália. Os elementos em bronze, na forma de máscaras no estilo antigo, foram fundidos em Gênova. A estátua, ao cimo do monumento, também em bronze, realizada nos famosos ateliês de Enrico Quatrini, em Roma, é uma representação alusiva ao comércio1. Ao lado vê-se uma estátua do deus Mercúrio sentado em uma engrenagem (símbolo da Indústria e Comércio), cercado por três meninas em bronze. Na base do monumento, em cada lado, ícones simbolizam os quatro “cantos do mundo” – África, Europa, Ásia e América, cada um representado pela proa de uma embarcação, com um menino sentado e respectivas alegorias. O piso em volta do monumento, com desenhos sinuosos, posteriormente teriam inspirado as calçadas de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, simboliza o encontro das águas dos rios Negro e Solimões. (Texto adaptado de “História sobre o Monumento à Abertura dos Portos em Manaus” – http://noamazonaseassim.com.br/historia-sobre-omonumento- a-abertura-dos-portos-em-manaus/ )

(1) Nota: Alguns documentos atribuem à figura feminina a representação da Amazônia, sendo cortejada pelo Deus Mercúrio. Outros a identificam como Líbera, Deusa da Liberdade.

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Série Mercosul: Transporte Público

28 de julho de 2017


04 – Série Mercosul: Transporte Público
(Emissão Postal Especial)

04 – Série Mercosul: Transporte Público
(Emissão Postal Especial)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo, no âmbito da Série Mercosul, destaca a bela imagem de uma composição, iluminada em nuances futuristas. Ela compõe o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, um dos mais modernos e completos sistemas de transporte público no Brasil, com duas linhas: a linha 1, que liga a estação Lapa à Águas Claras, e a linha 2, que liga o Acesso Norte à Lauro de Freitas. Esse sistema, operando na sua plenitude, se configura como uma das mais efetivas soluções contemporâneas de transporte de massa em grandes centros urbanos. Foi usada fotografia arte-finalizada com a técnica de computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 4 Arte: Marcio Horta – Ministério das Cidades, Arquivo CCR Metrô Bahia Processo de Impressão: ofsete Folha: 18 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 1,50 Tiragem: 360.000 selos Área de desenho: 39mm x 21mm Dimensão do selo: 44mm x 26mm Picotagem: 11 x 11,5 Data de emissão: 28/07/2017 Locais de lançamento: Brasília/DF e Salvador/BA Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Série Mercosul – Transporte Público
Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas (BA)

Os Correios, em parceria com o Ministério das Cidades, apresentam, nesta emissão da Série Mercosul, o metrô de Salvador, compondo uma das estruturas mais modernas do país quanto à sistemas de mobilidade urbana, o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, no Estado da Bahia. O trecho já implantado, em operação desde 11/6/2014, perfaz 14,4 km de extensão, do trecho total de 41,9 km, contando com 11 estações, 2 linhas e 27 veículos, a uma velocidade máxima de 80 km/h, atendendo, em média, cerca de 69 mil passageiros/dia.

Sistemas de transporte público eficientes para o trabalho, o lazer, o comércio, a escola e para os demais serviços oferecidos por uma cidade são sempre inseparáveis da qualidade de vida de seus moradores. Com a participação crucial do Ministério das Cidades, a capital baiana dá um grande passo nessa direção com o metrô de Salvador e Lauro de Freitas. Quando efetivamente concluída, a obra terá capacidade de atender a 700 mil pessoas diariamente.

O metrô terá ao todo 41,9 km de extensão com 23 estações. O projeto é composto por duas linhas, a Linha 1 com 17,7 km (Lapa – Águas Claras/Cajazeiras) e a Linha 2 com 24,2 km (Acesso Norte – Lauro de Freitas). Com a obra, a metrópole terá o terceiro maior metrô do Brasil.

O empreendimento conta com investimento de R$ 4,4 bilhões, do governo federal, por meio do Ministério das Cidades, do governo do estado, da prefeitura de Salvador e da iniciativa privada via Parceria Pública Privada (PPP). Obra do PAC mobilidade, trata-se do maior investimento do Ministério das Cidades no Brasil. O sistema será operado pela concessionária CCR Metrô Bahia, responsável pela construção e operação do sistema.

Linhas:

Linha 1

• Conta com 17,7 km e 10 estações divididas em três trechos;

• Investimento total nos três trechos da Linha 1: R$ 1,6 bilhão;

• Primeiro trecho: extensão de 6,6 km e quatro estações (Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Bonocô e Acesso Norte);

• Segundo trecho: extensão de 5,6 km e três estações (Retiro, Bom Juá e Pirajá);

• Terceiro trecho: extensão de 5,5 km e duas estações (Brasilgás e Cajazeiras/ Águas Claras).

Linha 2

• Conta com 24,2 km e 13 estações: Acesso Norte (integração com a Linha 1), Detran, Rodoviária, Pernambués, Imbuí, CAB, Pituaçu, Flamboyant, Tamburugy, Bairro da Paz, Mussurunga, Aeroporto e Lauro de Freitas;

• Investimento total da Linha 2: R$ 2,8 bilhões;

• A estação Acesso Norte é duplicada e interliga as Linhas 1 e 2.

Ministério das Cidades
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 4 – 2017
Série Mercosul: Transporte Público
(Emissão Postal Especial)

Centenário do Samba

03 – Centenário do Samba
(Emissão Postal Comemorativa)

03 – Centenário do Samba
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbos comemorativos de 1º dia de circulação
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SOBRE O BLOCO

A arte do Bloco foi concebida sob a percepção artística da segunda década do século XX. Entre os movimentos artísticos que surgem e influenciam nossa cultura, estava o Art Nouveau, que, embora passando na Europa, ainda resistia em terras brasileiras. Esse estilo tinha forte presença gráfica em peças de publicidade e outros impressos, incluindo os “selos” dos discos de vinil da época. Elementos do Art Nouveau emolduram o bloco da Emissão, que traz na ilustração do selo postal o momento de reunião da Roda de Samba, onde os sambas eram criados e tocados, com músicos e as baianas, estas sempre presentes, sobre o que seria um disco de vinil, e a mesa o “selo”, fazendo uma alusão a gravação do primeiro samba em 1917. O ambiente remete a tradicional Praça Onze da cidade do Rio de Janeiro à época, com seus morros ocupados e de onde toda cor e música eram trazidas por seus moradores na criação desse gênero musical. Foi utilizada técnica de ilustração vetorial.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 3 Arte: Daniel Effi – Correios Processo de Impressão: ofsete Bloco com 1 selo Papel: cuchê gomado Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 90.000 blocos Área de desenho: 38mm x 38mm Dimensão do selo: 38mm x 38mm Picotagem: 11,5 x 11,5 Data de emissão: 23/06/2017 Locais de lançamento: Rio de Janeiro/RJ, Ubá/MG, Cuiabá/MT e Porto Velho/RO Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Cem Anos do Samba
Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

Símbolo da nossa nacionalidade, reconhecido internacionalmente, expressão cultural e social originária das populações afrodescendentes, incorporada ao cotidiano de todos os brasileiros, de Norte a Sul do país, o Samba recebe nessa emissão dos Correios o reconhecimento do seu poder integrador, ressaltando os valores e tradições das comunidades de sambistas que construíram o seu legado e movem a sua história rumo ao futuro.

A gravação do samba “Pelo telefone”, de Donga e Mauro de Almeida, em 1916, é um marco sinalizador do que viria a acontecer com essa arte. Nascida nos terreiros, se espalhou pelas cidades. Arte que é canto, ritmo, dança, mas principalmente um modo de vida, que compreende toda uma série de tradições ligadas a sentimentos de pertencimento e identidade comunitárias. Samba é reunião, é festa, é celebração. Como tal, quando há samba, há comidas, bebidas, vestimentas, instrumentos musicais, interseções religiosas, que compõem o seu cenário, o seu lar, seja uma quadra de uma agremiação carnavalesca, uma roda de samba num bar ou uma festa na casa de amigos. Quando falamos em escolas de samba, vemos as cores tradicionais, as bandeiras (os pavilhões protegidos pelo casal de mestre- -sala e porta-bandeira), os símbolos (como a águia da Portela e a coroa do Império Serrano), os padroeiros, os toques típicos de cada bateria, inspirados, quando ainda preservados, nos de cultos religiosos de matriz africana, toda uma tradição que se revivifica a cada nova reunião dos sambistas, a cada nova criação de um samba de terreiro, a cada novo desfile no carnaval. Mas o samba é muito mais. Não é só carnaval, com alguns pensam. Ele é uma expressão vivida no cotidiano, se dá o ano todo, no dia a dia dos brasileiros.

No começo do século XX, o samba foi perseguido, assim como outras expressões populares. Foi tratado com preconceito e como caso de polícia. A resistência das comunidades e o trabalho incessante de lideranças como os sambistas Paulo da Portela e Cartola, para citar dois entre muitos outros, mudou esse quadro. As classes médias foram atraídas pela arte e beleza do samba. A indústria fonográfica e o rádio logo viram o seu potencial aglutinador, a sua força criativa e a sua intensidade vibrante, que encantavam o país. Daí a ser reconhecido como símbolo de identidade nacional foi um passo. Um passo difícil, dado com muita luta, uma conquista. Nos morros e nas ruas, o batuque do samba se tornou o Brasil. Das senzalas onde sofreram os escravos, vieram a música e a dança que mudaram e ainda mudam o país. Então, além de manifestação cultural, é expressão de uma luta libertadora, pela igualdade, pela cidadania, pela integração.

Em 2007, o samba – nas variações partido-alto, samba de terreiro e samba-enredo – recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o título de patrimônio cultural imaterial do Brasil. Esse reconhecimento ajudou a abrir novos espaços e a valorizar comunidades de sambistas, preservando e registrando os fundamentos de sua arte, alimentando a sua evolução constante no diálogo com as novas gerações, sustentando os fluxos de transmissão de conhecimentos através da atuação das Velhas Guardas das escolas de samba. Raiz e árvore que só crescem. Mas ainda há muito por conquistar.

Foi da adversidade que se ergueu o samba brasileiro – sua poesia, sua vibração, seu molejo.

Vamos celebrar o legado dos nossos antepassados africanos e dos sambistas históricos, além de exaltar a força criadora das atuais gerações, que não deixam e não deixarão o samba morrer, nunca.

Aloy Jupiara
Conselheiro e Pesquisador do Museu do Samba
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)