Aves Brasileiras – Pararu-espelho Emissão Postal Especial

19 de junho de 2017


02 – Aves Brasileiras – Pararu-espelho
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras – Rolinha-do-planalto
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras – Soldadinho-do-araripe
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras –Pararu-espelho
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras –Rolinha-do-planalto
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras – Soldadinho-do-araripe
Emissão Postal Especial)

02 – Aves Brasileiras – Soldadinho-do-araripe, Pararu-
-espelho e Rolinha-do-planalto
Carimbos comemorativos de 1º dia de circulação
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SOBRE OS SELOS

Os selos destacam três belas aves, em perigo crítico de extinção, existentes no território nacional: Soldadinho-do-araripe – Antilophia bokermanni, Pararu-espelho – Claravis geoffroyi e Rolinha-do-planalto – Columbina cyanopis (exclusivas do Brasil). Os selos retratam o singelo bucolismo dessas aves em seus ambientes naturais, focalizadas, nessa emissão postal, por sua raridade e exotismo. É mostrado, ainda, o logotipo da Birdpex 8, evento filatélico internacional, previsto para 2018, no Grão-Ducado de Luxemburgo. Foi usada pintura em tela para retratar as aves, e, nas folhas de selos, a técnica de computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 2 Arte: Raphael Dutra Processo de Impressão: ofsete

GOMADOS

Folha: 15 selos (5 de cada) Papel: cuchê gomado Valor facial: R$1,25 Tiragem: 600.000 selos Área de desenho: 25mm x 35mm Dimensão do selo: 30mm x 40mm Picotagem: 12 x 11,5

AUTOADESIVOS

Folha: 30 selos (10 de cada) Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: 1º Porte Carta Não Comercial Tiragem: 1.350.000 selos Área de desenho: 30mm x 30mm Dimensão do selo: 36mm x 36mm Picotagem: semicorte com “BR” Data de emissão: 19/06/2017 Locais de lançamento: Brasília/DF, Poços de Caldas/MG, João Pessoa/ PB, Foz do Iguaçu/PR e Crato/CE Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
Aves Brasileiras
Soldadinho-do-araripe, Pararu-espelho e Rolinha-do-planalto

O Soldadinho-do-araripe,Antilophia bokermanni, é um passarinho exclusivo do Brasil, encontrado somente no sul do estado do Ceará, nos municípios de Barbalha, Crato e Missão Velha. Descoberto em 1996 e apresentado para a comunidade dois anos depois, é uma das aves mais ameaçadas do mundo. Vive em uma área muito pequena de mata úmida na encosta nordeste da Chapada do Araripe que está sob constante pressão de desmatamento, o que junto com o número reduzido de indivíduos conhecidos, o levou a ser categorizado como Criticamente em Perigo de Extinção.

De exuberante beleza, o macho é branco com a cauda e as penas de voo pretas, e com o topete e o alto da cabeça até o meio do dorso, vermelho. A fêmea, em contrapartida, possui o corpo todo esverdeado, com o ventre um pouco mais claro. Com aproximadamente 15 centímetros de comprimento e pesando cerca de 20 gramas, vive em altitudes entre 670 e 910 metros. Alimenta-se principalmente de frutos, mas pode também ingerir pequenos insetos.

É uma espécie extremamente dependente de florestas com córregos perenes, isto é, riachos cuja água não desaparece nos períodos de estiagem, uma vez que seus ninhos são construídos suspensos sobre os cursos de água. Como suporte para os ninhos, as fêmeas, responsáveis por construí-los sozinhas, utilizam uma variedade de onze diferentes espécies de árvores, sendo que também se alimentam dos frutos da maioria delas. Os ninhos são encontrados de novembro a março e geralmente cada casal tem dois filhotes por vez. Após saírem dos ovos, os filhotes de ambos os sexos são semelhantes à fêmea e permanecem no ninho durante duas semanas. Os filhotes vivem com os pais por cerca de dois anos, quando os machos começam a mudar suas penas para a plumagem adulta e são expulsos para então se distanciar e demarcar seu próprio território.

Assim como os outros representantes de sua família, os Piprídeos, o Soldadinho-do-araripe é uma espécie territorialista, o que quer dizer que marca e defende o território dos potenciais invasores, cantando e eventualmente agredindo o intruso com bicadas. Nunca são vistos em bandos.

A Pararu-espelho, Claravis geoffroyi, é uma pomba da Mata Atlântica que intriga os pesquisadores, pois está desaparecida desde os anos 80. O macho tem coloração geral cinza-azulado e a fêmea é parda. Chegando a 23 centímetros de comprimento, o que a diferencia das outras espécies é a presença de três faixas transversais largas nas asas de cor castanho-escuro. Apesar de intensamente procurada, sem sucesso, por ornitólogos e observadores de aves desde seu desaparecimento, ainda não é possível considerá-la extinta.

Entretanto, acredita-se que, se ainda vive em vida livre, não deve ser representada por mais de 50 indivíduos em ambiente natural e esse número tão baixo a coloca na categoria de Criticamente em Perigo de Extinção, Possivelmente Extinta. Conforme dados históricos, vive em pequenos grupos e habita florestas densas e bordas de mata em terrenos montanhosos da Mata Atlântica. No período reprodutivo, coloca geralmente dois ovos, em arbustos. Da mesma forma que as outras pombas, alimenta-se de gramíneas, frutos, sementes e às vezes, insetos encontrados no chão da mata, mas seu alimento preferido são os frutos dos bambus. Trata-se de uma espécie dependente de taquarais ou bambuzais que frutificam simultaneamente. Há relatos, nas redondezas de Teresópolis no Rio de Janeiro, de bandos de 50 a 100 indivíduos de Pararu-espelho alimentando-se de diferentes espécies de bambus (taquaruçu, a taquara e a criciúma), nos meses de novembro e dezembro, quando estavam carregados de frutos. Essa dependência chama atenção porque os bambus frutificam de forma variável podendo passar anos sem dar nenhum fruto.

Historicamente, ela era encontrada desde o sul da Bahia até Santa Catarina, além da Argentina, Uruguai e leste do Paraguai. Embora os motivos de seu desaparecimento não sejam completamente conhecidos, a degradação da Mata Atlântica e, em particular, a redução dos taquarais foram fundamentais para a sua diminuição.

Infelizmente, ainda pouco se conhece sobre essa raríssima e quase extinta pomba. Embora durante as décadas de 80 e 90 tenha sido criada em cativeiro com certa facilidade, atualmente não se sabe de indivíduos cativos e, consequentemente, o conhecimento sobre seus cuidados acabaram se perdendo.

A Rolinha-do-planalto, Columbina cyanopis, é uma pombinha endêmica do Brasil, o que significa que não ocorre em nenhum outro país, sendo uma exclusividade brasileira e uma das espécies de aves menos conhecidas de todo o mundo. Com cerca de 15 centímetros de comprimento, é quase toda castanha, semelhante à rolinha-comum, mas diferencia- se por apresentar a cauda, a cabeça e as asas avermelhadas, além de exibir manchas metálicas azuis nas asas e os olhos azuis. O macho apresenta o padrão geral de coloração mais escuro que a fêmea.

Habita o bioma Cerrado, mas os registros comprovados da ocorrência da Rolinha-do-planalto são historicamente escassos e muito espalhados geograficamente, nos estados de Goiás, Mato Grosso e São Paulo, de modo que seus últimos registros documentados eram de 1940. Foram 75 anos de completo desconhecimento sobre a espécie, o que resultou na sua categorização como Criticamente Em Perigo de Extinção e Possivelmente Extinta.

Após sua redescoberta, realizada em julho de 2015, pelo ornitólogo Rafael Bessa no interior de Minas Gerais, a espécie vem sendo intensiva e continuamente estudada e muito se tem aprendido acerca de sua história natural. Até pouco tempo acreditava-se que ela habitava os campos abertos e com gramíneas na região Centro-Oeste, um ambiente amplamente distribuído no Brasil o que tornava ainda mais difícil compreender a sua raridade. Entretanto, os estudos recentes, posteriores a sua redescoberta, começaram a esclarecer que ela vive em áreas de vegetação mais fechada e depende de um tipo de ambiente muito peculiar que compõe o Cerrado brasileiro. Uma fisionomia, como chamam os pesquisadores, rara e também pouco estudada, denominada de campo rupestre arbustivo. Por esse motivo, além do monitoramento dos doze indivíduos conhecidos de rolinha-do-planalto, os pesquisadores estão trabalhando para auxiliar na criação de uma unidade de conservação, buscando preservar além dessa raríssima espécie, o ambiente particular que ela ocupa e que também está sob ameaça de desaparecer.

Marina Somenzari
Bióloga – Cemave/ICMBio
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

500 Anos da Reforma Luterana Emissão Conjunta Brasil/Alemanha

500 Anos da Reforma Luterana
Emissão Conjunta Brasil/Alemanha
(Emissão Postal Comemorativa)
01 – 500 Anos da Reforma Luterana
Emissão Conjunta Brasil/Alemanha
(Emissão Postal Comemorativa)
Carimbos comemorativos de 1º dia de circulação
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SOBRE O SELO

O selo postal apresenta a marca composta da imagem e legendas: Lutero 2017- 500 anos da Reforma – No Início Era a Palavra, para o ano do jubileu deste acontecimento. Segundo a artista alemã, Antonia Graschberger, o retrato, provavelmente o mais conhecido de Martim Lutero, é representado numa versão moderna, com base nas orientações do concurso coordenado pelo Ministério das Finanças da Alemanha para a criação da arte. “No conjunto desta tarefa, desejava, com meu trabalho de criação do selo, apresentar o retrato da melhor maneira possível, assim como ordenar os elementos do texto de modo compreensível, focalizado no tema e numa tipografia elegante. A cor do texto segue a da imagem, para dar ao selo, em sua composição, um traço de harmonia. Pessoalmente, é uma honra especial que meu trabalho seja, também, lançado no Brasil.” (Antonia Graschberger, Munique)

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 1 Arte: Antonia Graschberger Processo de Impressão: ofsete Folha: 25 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: R$4,15 Tiragem: 500.000 selos Área de desenho: 39mm x 21mm Dimensão do selo: 44mm x 26mm Picotagem: 11 x 11,5 Data de emissão: 13/04/2017 Locais de lançamento:Brasília/DF, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Porto Alegre/ RS e Porto Velho/RO Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
500 Anos da Reforma Luterana

Em 31 de outubro de 1517, o padre e professor de Teologia Martim Lutero afixou suas 95 teses na porta do Castelo de Wittenberg, Alemanha. Com esse gesto, Lutero quis envolver a população no debate sobre uma questão que ele considerava crucial a partir da sua fé, fundamentada no estudo acurado da Bíblia: perdão pode ser objeto de venda ou é presente de Deus ao coração arrependido? As teses se espalharam rapidamente. Em poucas semanas, apesar das dificuldades de comunicação da época, eram conhecidas e discutidas na Europa.

O movimento da Reforma se tornou popular. Nos seus desdobramentos, mudou o cenário religioso e político da Europa e, por consequência, do mundo. Surgiu o protestantismo, especificamente o luteranismo, algo que Lutero jamais pretendeu, pois só queria renovar a Igreja na qual atuava como sacerdote, propugnando por seu retorno às fontes das Escrituras e dos Pais da Igreja. O núcleo de sua teologia consiste na doutrina de que somos justificados pela graça de Deus, por meio da fé. Disso, segundo ele, tudo o mais depende. Portanto, a Reforma da Igreja em si é secundária. Ela tem valor apenas enquanto esteja a serviço da proclamação dessa boa nova.

Essa redescoberta não apenas trouxe a liberdade cristã para as consciências atribuladas de quem temia o juízo de Deus. Indiretamente, produziu também profundas transformações culturais, sociais, políticas e eclesiásticas. Não é, pois, mero acaso que se comemorem os 500 anos da Reforma em 2017! 31 de outubro de 1517 a 31 de outubro de 2017: Jubileu dos 500 anos da Reforma.

Justifica-se a comemoração de uma data tão significativa. Comemorações ocorrerão em todo mundo, também aqui no Brasil. As Igrejas luteranas (Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil) celebrarão em conjunto e na companhia de outras Igrejas. A Federação Luterana Mundial (FLM), como expressão da comunhão luterana no mundo, e a Igreja Católica Apostólica Romana marcaram esse Jubileu profundamente através da celebração conjunta no dia 31 de outubro de 2016, em Lund, Suécia, dando um passo marcante, avançando do conflito à comunhão.

Cabe-nos agradecer pelo legado da Reforma, a boa nova redescoberta e proclamada. Ao mesmo tempo, cabe comemorar a data como uma nova oportunidade de se perguntar quanto às implicações da Reforma para os dias de hoje e para o futuro. As Igrejas oriundas da Reforma, sempre em diálogo com a ecumene, precisam perguntar pelos desdobramentos da mensagem da Reforma ao longo dos séculos nos mais diferentes contextos, em todo o mundo.

Aqui no Brasil, um dos acontecimentos marcantes do Jubileu da Reforma será a emissão de um selo postal por parte dos Correios, o que é motivo de gratidão e alegria para quem compreende a importância da Reforma e do seu legado.

Sola gratia! Sola fide!

Dr. Nestor Paulo Friedrich
Pastor Presidente da IECLB-Igreja Evangélica
de Confissão Luterana no Brasil
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
Edital 1 – 2016
500 Anos da Reforma Luterana
Emissão Conjunta Brasil/Alemanha
(Emissão Postal Comemorativa)

100 Anos do Lions International (Emissão Selo Personalizado)

100 Anos do Lions International
(Emissão Selo Personalizado)

00b(p) – 100 Anos do Lions International
Folha de selos personalizados
(Emissão Selo Personalizado)
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SOBRE O SELO

“Onde há uma necessidade há um Leão”, este é o lema expresso no Selo Personalizado que comemora os 100 Anos do Lions Clubs International. O Lions Clubs Internacional é atualmente a maior, dentre as organizações internacionais de clubes de serviço do mundo, voltada para serviços humanitários, fundada por Melvin Jones, em 1917.(Data e imagem provisórias).

Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 Emissão Postal Especial

5 de agosto de 2016


13 – Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial

13 -Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
SOBRE O BLOCO

Encerrando a série de selos dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, os Correios lançam uma emissão especial com o tema “Celebrações dos Jogos Paralímpicos”, que destaca três importantes elementos dos primeiros Jogos da América do Sul: a tocha Paralímpica e os ingressos das cerimônias de abertura e encerramento.

A tocha possui relevos sinuosos e contínuos que simulam os pontos altos e baixos da vida de um atleta Paralímpico, baseada em determinação e conquistas. Sua textura quadrangular remete aos quatro valores Paralímpicos – coragem, determinação, inspiração e igualdade –, que também aparecem gravados em braile no objeto. Com a missão de revelar exemplos inspiradores em todo o país, a chama Paralímpica celebra a criatividade, a diversidade e a força de vontade. O seu revezamento leva a mensagem Paralímpica para além da cidade-sede e termina com o acendimento da pira na cerimônia de abertura dos Jogos, no dia 7 de setembro de 2016, no Maracanã. Já a festa de encerramento acontece no dia 18 de setembro.

As artes dos ingressos das cerimônias surgiram a partir de um projeto de design à parte, que começou a ser executado em dezembro de 2014. Neles, o Comitê Rio 2016 apresenta suas marcas (esculturas), com artes elegantes, que destacam seus valores e englobam os conceitos e a importância das cerimônias.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 13 Arte finalização: Correios Foto: Getty Images Processo de impressão: ofsete + cor especia Bloco com 3 selos Dimensão do bloco: 110x70mm Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 2,65 cada selo Tiragem: 42.000 blocos Área de desenho: 21mm x 39mm Dimensão do selo: 26mm x 44mm Picotagem: 11,5 x 11 Data de emissão: 5/08/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do edital
CELEBRAÇÕES JOGOS PARALÍMPICOS RIO 2016

Prezados,

Minha jornada no mundo Olímpico começou em 2000: fui uma espectadora privilegiada da Cerimônia de Abertura dos Jogos de Sidney. Estava ao lado da cachoeira formada nos degraus do estádio, quando a atleta aborígene australiana Cathy Freeman fez história ao acender a simbólica pira. Presenciar aquele momento foi uma grande emoção. Quando a pira foi acesa, vi acender também em mim a certeza de que eu queria trabalhar por uma causa, fazer parte daquele movimento. Desde 2002, integro as famílias Olímpica e Paralímpica brasileiras.

Lá se vão sete anos desde que o Rio de Janeiro conquistou o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Até aqui, vivemos uma jornada indescritível para realizar o maior evento esportivo do mundo. O ano que já era vivido intensamente, desde aquele histórico 2 de outubro de 2009, finalmente chegou.

Já podemos sentir os Jogos. O clima de celebração começa a tomar forma e a convidar as pessoas para entrar numa onda coletiva de alegria e festa, como só o brasileiro sabe fazer. Milhões de ingressos foram colocados à venda para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, mostrando que está chegando a hora de ver de perto este grande espetáculo. Enquanto os atletas estiverem competindo nas arenas e multidões, estiverem comemorando nas ruas e arquibancadas, renovaremos nossa esperança de construir um mundo novo em que a união e a harmonia entre os povos não são uma utopia e, sim, um sonho possível.

Desde maio, o Revezamento da Tocha aquece os corações brasileiros de norte a sul do país. Mais do que o calor da chama, cada condutor leva adiante o calor humano, alimentado pelos abraços, sorrisos e gestos de carinho, promovendo experiências inesquecíveis e transformando vidas através do esporte.

E é exatamente com os temas “ingressos” e “Revezamento da Tocha” que temos a honra de fechar a série filatélica dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Com os selos alusivos a essas duas grandes entregas, trazemos para os colecionadores a chance de guardar um pedaço da História e literalmente “selarmos” com os Correios a oportunidade de fazer parte de algo único. Que os Jogos comecem e sejam realizados com a mesma paixão que despertam em nós!

Saudações,

Beth Lula
Diretora de Marca do Comitê Organizador dos
Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 13 – 2016
Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Esportes, Paralimpiadas, símbolos, eventos.

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Peças Filatélicas

13 – Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

13 – Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

13 – Celebrações dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016 Emissão Postal Especial

5 de agosto de 2016

12-bloco
12 – Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
12-carimbo
12 -Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
SOBRE O BLOCO

Encerrando a série de selos comemorativos dos Jogos Olímpicos Rio 2016, os Correios lançam uma emissão especial com o tema “Celebrações dos Jogos Olímpicos”, que destaca três importantes elementos dos primeiros Jogos da América do Sul: a tocha Olímpica e os ingressos das cerimônias de abertura e encerramento.

A tocha apresenta segmentos que se abrem no momento da passagem da chama Olímpica, revelando cores que representam o Brasil e formas que remetem à natureza do Rio. Doze mil condutores carregam a chama Olímpica durante o revezamento da tocha, que leva o espírito Olímpico a todas as regiões do país, proporcionando o encontro do símbolo Olímpico com o calor humano do povo brasileiro.

A cerimônia de abertura dos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul será realizada no dia 5 de agosto de 2016, no Maracanã. Já o evento de encerramento acontece no dia 21 de agosto. Os ingressos que ilustram estes dois momentos históricos surgiram a partir de um projeto de design à parte, que começou a ser executado em dezembro de 2014. Neles, o Comitê Rio 2016 apresenta suas marcas (esculturas), com artes elegantes, que destacam seus valores e englobam os conceitos e a importância das cerimônias.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 12 Arte finalização: Correios Foto: Getty Images Processo de impressão: ofsete + cor especia Bloco com 3 selos Dimensão do bloco: 110x70mm Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 2,65 cada selo Tiragem: 82.000 blocos Área de desenho: 21mm x 39mm Dimensão do selo: 26mm x 44mm Picotagem: 11,5 x 11 Data de emissão: 5/08/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do edital
CELEBRAÇÕES JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

Prezados,

Minha jornada no mundo Olímpico começou em 2000: fui uma espectadora privilegiada da Cerimônia de Abertura dos Jogos de Sidney. Estava ao lado da cachoeira formada nos degraus do estádio, quando a atleta aborígene australiana Cathy Freeman fez história ao acender a simbólica pira. Presenciar aquele momento foi uma grande emoção. Quando a pira foi acesa, vi acender também em mim a certeza de que eu queria trabalhar por uma causa, fazer parte daquele movimento. Desde 2002, integro as famílias Olímpica e Paralímpica brasileiras.

Lá se vão sete anos desde que o Rio de Janeiro conquistou o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Até aqui, vivemos uma jornada indescritível para realizar o maior evento esportivo do mundo. O ano que já era vivido intensamente, desde aquele histórico 2 de outubro de 2009, finalmente chegou.

Já podemos sentir os Jogos. O clima de celebração começa a tomar forma e a convidar as pessoas para entrar numa onda coletiva de alegria e festa, como só o brasileiro sabe fazer. Milhões de ingressos foram colocados à venda para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, mostrando que está chegando a hora de ver de perto este grande espetáculo. Enquanto os atletas estiverem competindo nas arenas e multidões, estiverem comemorando nas ruas e arquibancadas, renovaremos nossa esperança de construir um mundo novo em que a união e a harmonia entre os povos não são uma utopia e, sim, um sonho possível.

Desde maio, o Revezamento da Tocha aquece os corações brasileiros de norte a sul do país. Mais do que o calor da chama, cada condutor leva adiante o calor humano, alimentado pelos abraços, sorrisos e gestos de carinho, promovendo experiências inesquecíveis e transformando vidas através do esporte.

E é exatamente com os temas “ingressos” e “Revezamento da Tocha” que temos a honra de fechar a série filatélica dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Com os selos alusivos a essas duas grandes entregas, trazemos para os colecionadores a chance de guardar um pedaço da História e literalmente “selarmos” com os Correios a oportunidade de fazer parte de algo único. Que os Jogos comecem e sejam realizados com a mesma paixão que despertam em nós!

Saudações,

Beth Lula
Diretora de Marca do Comitê Organizador dos
Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
12-edital
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Esportes, Olimpiadas, símbolos, eventos.

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Peças Filatélicas
12-blococar
11 – Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
12-fdc
11 – Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)
12-envreg
11 – Celebrações dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas Arenas Olímpicas Emissão Postal Especial

1 de agosto de 2016

11-bloco01
11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Arenas Olímpicas
Emissão Postal Especial
11-bloco02
11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Arenas Paralímpicas
Emissão Postal Especial
11-carimbo01
11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Arenas Olímpicas
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
11-carimbo02
11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Arenas Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
SOBRE AS MINIFOLHAS

A minifolha Arenas Esportivas foi confeccionada em duas versões – uma para os Jogos Olímpicos e outra para os Paralímpicos – e traz selos que destacam seis instalações de competição do Rio 2016: Estádio Olímpico, Velódromo Olímpico do Rio, Arena da Juventude, Maracanã, Sambódromo e Estádio da Lagoa. Cada selo conta com aplicação de verniz e relevo seco nos principais elementos da ilustração.

O conjunto de selos encontra-se no lado direito da minifolha, que apresenta uma vista panorâmica do Rio de Janeiro projetada em tons de cinza no seu fundo. No canto superior esquerdo aparece o título da emissão, aplicado em hot stamping prata.

As duas versões são diferenciadas apenas pelas logomarcas utilizadas – uma leva a marca dos Jogos Olímpicos e a outra a dos Jogos Paralímpicos. Na parte inferior esquerda de cada minifolha há o logotipo da União Postal das Américas, Espanha e Portugal (UPAEP), que também tem os Jogos Rio 2016 como tema principal na série de selos emitida anualmente em seus países membros.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 11 Arte finalização: Correios Foto: Getty Images Processo de impressão: ofsete, hot stamping, verniz UV e relevo seco Minifolha com 6 selos Dimensão da minifolha: 150x100mm Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 3,75 cada selo Tiragem: Arenas Olímpicas: 150.000 folhas Arenas Paralímpicas: 75.000 folhas Área de desenho: 40mm x 30mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 1º/08/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Peça filatélica: Envelope de 1º Dia de Circulação Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
ARENAS ESPORTIVAS OLÍMPICAS E PARALÍMPICAS JOGOS RIO 2016

Esta emissão destaca a importância das arenas esportivas que serão palco de momentos emocionantes e inesquecíveis durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, entre agosto e setembro de 2016. Com duas minifolhas − compostas por seis selos cada –, a coleção apresenta seis das 37 instalações de competições Olímpicas e 21 Paralímpicas, registrando a beleza arquitetônica, a relevância histórica e a missão desses espaços desportivos.

Nesse contexto, o Estádio Olímpico, o Velódromo Olímpico do Rio e a Arena da Juventude representam a moderna arquitetura esportiva utilizada nas obras dos Parques Olímpicos da Barra e de Deodoro, enquanto o Maracanã, o Sambódromo e o Estádio da Lagoa evidenciam a imponência dos principais pontos turísticos da cidade-sede dos Jogos Rio 2016.

Construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e modernizado para os Jogos Rio 2016, o Estádio Olímpico será a casa do atletismo Olímpico e Paralímpico e terá partidas do torneio de futebol. No Velódromo Olímpico do Rio, com seus traços arquitetônicos modernos, serão realizadas as provas de ciclismo de pista dos dois eventos. Já a Arena da Juventude, construída especialmente para os Jogos, acolherá as disputas do pentatlo moderno e jogos da primeira fase do torneio feminino de basquetebol, além da competição de esgrima nos Jogos Paralímpicos.

Inaugurado em 1950, o lendário estádio do Maracanã será o palco das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Rio 2016. Além disso, receberá em seu gramado histórico as partidas decisivas do torneio Olímpico de futebol. O tradicionalíssimo Sambódromo, local dos desfiles das escolas de samba no carnaval carioca, abrirá alas para o tiro com arco em ambos os Jogos e as maratonas Olímpicas masculina e feminina, enquanto a Lagoa Rodrigo de Freitas, cartão-postal da cidade, abrigará as competições de remo e canoagem velocidade nos dois eventos.

Desta forma, as arenas Olímpicas e Paralímpicas ficarão eternizadas na filatelia brasileira e mundial, simbolizando a emoção de todos que fazem parte do maior evento esportivo do planeta, especialmente a dos Correios, operadores logísticos oficiais dos Jogos Rio 2016.

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 11 – 2016
Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
11-edital
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Esportes, Olimpiadas, Paralimpiadas, arenas esportivas, arquitetura, Série América.

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Peças Filatélicas
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11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
11-bloco02car

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação – FDC


11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
11-envelope
11 – Emissão Série América: Jogos Rio 2016 – Arenas Olímpicas e Paralímpicas
Emissão Postal Especial
Envelope base para envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
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Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense Emissão Postal Especial

26 de julho de 2016

10-quadra
10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
10-carimbo

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE OS SELOS

Os selos são fotografias de quatro significativos pontos percorridos na Ferrovia Paranaguá-Curitiba, no Estado do Paraná, uma formidável obra de engenharia construída no sul do Brasil, e, especialmente pelo visual e beleza singelamente espetaculares, de onde se vislumbram e descortinam panoramas deslumbrantes da imponente serra do mar e seu relevo acidentado, do verde pujante da Mata Atlântica preservada e do bucólico litoral paranaense, emoldurados pelo sol, pelo céu azul, e, eventualmente, por nuvens e neblina. Uma paisagem inesquecível, preservada, e que congrega, em toda plenitude, os elementos da natureza, a pureza da atmosfera, da terra e da floresta úmida. Foram usadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 10 Fotos: Carlos Renato Fernandes e Adonai Aires de Arruda Filho Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 720.000 selos, 180.000 de cada Área de desenho: 34mm x 24mm Dimensão dos selos: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 26/07/2016 Local de lançamento: Curitiba/PR Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense

A Ferrovia Paranaguá-Curitiba, inaugurada em 2 fevereiro de 1885, percorre belas paisagens da Serra do Mar paranaense que conserva uma parte importante do que resta da Mata Atlântica brasileira. A ousadia dessa obra ainda é referência para a engenharia: são 110 km de extensão, treze túneis escavados na rocha, trinta pontes e trinta e oito viadutos, construídos em meio às montanhas por bravos trabalhadores.

Importante destacar, também, a contribuição que a estrada de ferro proporcionou para o desenvolvimento econômico e social da então província do Paraná. As mercadorias que antes eram transportadas por carregadores ou animais por meio das trilhas, passaram a ser transportadas pela ferrovia, entre o litoral, o primeiro planalto e outras localidades da Província. Ainda hoje, trens de carga com dezenas de vagões, deslocam milhares de toneladas de cereais e outros produtos de exportação.

Quanto ao turismo, atualmente os trens de passageiros partem da Estação Ferroviária de Curitiba e têm como destino final a cidade de Morretes. Em três horas de viagem, os turistas podem apreciar a exuberância da Serra do Mar. Durante a viagem entre Curitiba e Morretes podemos destacar, além das imagens que compõe os selos, os seguintes pontos da ferrovia:

• Túnel Roça Nova: túnel mais extenso, 457 metros da ferrovia e situado a 955 metros de altitude;

• Cachoeira Véu da Noiva: a bela cachoeira do rio Ipiranga tem esse nome por se assemelhar ao véu que cobre uma noiva, é facilmente visualizada dos vagões de trens e litorinas, esta última também chamada de automotriz;

• Santuário Nossa Senhora do Cadeado: deste ponto da ferrovia, há uma bela vista do Maciço do Marumbi. Inaugurada em fevereiro de 1965, a capela foi construída para comemorar os 80 anos da ferrovia;

• Ponte São João: é a ponte mais importante da ferrovia, com mais de 100 metros de extensão e vão central de 55 metros acima do rio São João. Atravessa a depressão entre os morros do Taquaral e o do Cadeado. Foi inaugurada em 1884, sendo considerada um patrimônio cultural do Paraná;

• Viaduto Carvalho: trata-se do cartão-postal da ferrovia, com aproximadamente 84 metros de comprimento, assentando-se sobre pilares de alvenaria na encosta da própria rocha. Proporciona ao viajante a sensação de flutuar no espaço;

• Conjunto Marumbi: localizado no Parque Estadual do Marumbi, cujo acesso só é possível de trem ou a pé, resguarda muitas outras riquezas da Mata Atlântica brasileira. Próximo à Estação Marumbi, há trilhas que marumbinistas (quem escala o Pico Marumbi) seguem para alcançar o pico de suas montanhas.

Os Correios, em parceria com a Paraná Turismo, destacam, nesta emissão filatélica, um importante atrativo turístico do estado do Paraná, que além de estampar um pouco da história do transporte ferroviário no Brasil e da nossa engenharia, revela também, toda a exuberância da Floresta Atlântica.

PARANÁ TURISMO – PRTUR
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 10 – 2016
Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
10-edital
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Transportes, transporte ferroviários, arquitetura, estradas de ferrro, locomotivas, turismo, geografia.

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Peças Filatélicas
10-quadracar
10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
10-envreg
10 – Estrada de Ferro da Serra do Mar Paranaense
Emissão Postal Especial
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

27 de junho de 2016

09-folha
9 – Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
09-carimbo

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE OS SELOS

A emissão “Nossos Selos Rio 2016 – Jogos Olímpicos e Paralímpicos” destaca 16 artes selecionadas no concurso cultural de selos postais promovido pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, realizado por meio do aplicativo digital Meu Rio 2016.

Os vencedores do concurso – Alicia Teberga, André Paiva, Anne Beth, Athos Spilborghs, Danielle Martins, Fernando Degrossi, Gabriel Trindade, Girlan Quidute, Hegildo Alencar, Hemilly Pereira, Ivan Mola, Larissa Mazza, Mateus Kuwer, Samara Brum e Valéria Boelter – registraram, de maneira criativa, a temática “O que mais te inspira no espírito Olímpico e Paralímpico”.

Os desenhos vencedores, feitos por adultos e crianças, mostram modalidades e valores Olímpicos e Paralímpicos e estão colocados sobre folha de selos com fundo amarelo e a chancela das marcas Olímpica e Paralímpica.

As artes refletem a união e a coragem dos atletas que protagonizam o maior evento esportivo do mundo, destacando as emoções vivenciadas ao longo das jornadas Olímpica e Paralímpica. Os vencedores do concurso também usaram como fonte de inspiração os mascotes e a tocha, bem como a paisagem da cidade do Rio de Janeiro, sede das competições.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 9 Artes: Alicia Teberga, André Paiva, Anne Beth, Athos Spilborghs, Danielle Martins, Fernando Degrossi, Gabriel Trindade, Girlan Quidute, Hegildo Alencar, Hemilly Pereira, Ivan Mola, Larissa Mazza, Mateus Kuwer, Samara Brum e Valéria Boelter Processo de Impressão: ofsete Folha:16 selos Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: 1º Porte Carta Comercial Tiragem: 720.000 selos Área de desenho: 45mm x 36mm Dimensão dos selos: 50mm x 41mm Picotagem: semicorte Data de emissão: 27/06/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
Nossos Selos Rio 2016

Uma nova série de selos registra a emoção da realização dos Jogos Rio 2016 em nosso país. O sucesso alcançado pelas emissões anteriores e a grande procura pelos selos nos trouxeram a certeza da importância deste projeto inovador no cenário nacional. Agora, são apresentados selos que trazem 16 desenhos elaborados por brasileiros – adultos e crianças – que tiveram trabalhos vencedores no concurso digital Nossos Selos Rio 2016.

Uma das principais missões dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos é engajar a população local e disseminar os valores do esporte e as mensagens que norteiam a realização das competições. Amizade, compreensão, excelência, solidariedade, respeito, coragem, inspiração, igualdade, vitória, recorde, paixão e voluntariado foram palavras-chaves usadas para inspirar as artes inscritas no concurso.

Centenas de brasileiros enviaram desenhos com o tema “O que mais te inspira no espírito Olímpico e Paralímpico”. Uma banca julgadora escolheu 14 artes e outras duas foram selecionadas por votação popular. Para os vencedores, o prêmio é ter o desenho participando de uma emissão especial de selos postais, com oportunidade de experimentar a emoção dos Jogos Rio 2016 e de contribuir diretamente para que o evento seja uma celebração inesquecível.

Para nós, é motivo de grande orgulho ver que os Jogos Rio 2016 estão eternizados por meio dos traços do público. E confirmar a filatelia como uma tradição no mundo esportivo, motivando colecionadores novos e veteranos que têm tido um papel fundamental ao preservar a memória da jornada esportiva e dos movimentos Olímpico e Paralímpico. Saudações,

Sylmara Multini
Diretora de Licenciamento e Varejo do Comitê Rio 2016
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 9 – 2016
Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
09-edital
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Esportes, olimpíadas, paralimpíadas, arte infantil, símbolos.

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Peças Filatélicas

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)

9- Nossos Selos Rio 2016
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho)
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Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013 Emissão Postal Especial

26 de junho de 20161

8 – Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial

2

8- Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE O BLOCO

O Bloco destaca, na parte superior, uma foto da Seleção Brasileira Feminina de Handebol, Campeã Mundial Sérvia 2013, demonstrando euforia pelo título conquistado, tendo, ao fundo, os torcedores acomodados na arquibancada do estádio onde o título foi conquistado. Abaixo da representação do grupo, encontra-se a faixa de Campeão do Mundo Sérvia 2013, contendo as logomarcas do Campeonato. O selo encontra-se ao centro de uma faixa sombreada com as cores e o motivo central da Bandeira do Brasil destacando um atleta em posição de jogo e o Templo de São Saya, considerado um dos símbolos nacionais da Sérvia, representado no formato do mapa desse País. Ao centro do selo, em primeiro plano, encontra-se o Troféu conquistado, motivador da honra nacional em torno da conquista. Assegurando o toque de brasilidade ao conjunto, destacam-se as fitas verde e amarela na extensão da base inferior, de fundo numismático. Foram utilizadas as técnicas de fotografia, computação gráfica e aplicação de verniz sobre o Troféu e as fitas, imprimindo nobreza ao conjunto.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 8 Foto: Cinara Piccolo Processo de Impressão: ofsete, cor especial, verniz localizado e relevo seco Bloco com 1 selo Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 4,25 Tiragem: 120.000 blocos Área de desenho do selo: 44mm x 26mm Dimensão do selo: 44mm x 26mm Picotagem: 11 x 11,5 Dimensão do bloco: 127 x 85mm Data de emissão: 26/06/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital

Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013

O ouro conquistado pela Seleção Feminina de Handebol, no dia 22 de dezembro de 2013, em Belgrado, na Sérvia, de forma invicta e inédita, veio para marcar a história da modalidade. Esse foi o primeiro título em um Mundial para o Brasil e para as Américas.

Essa conquista se deve também ao grande apoio que o handebol vem tendo de seus parceiros, como os Correios. A modalidade foi uma das 21 contempladas pelo Plano Medalha, projeto do Governo Federal, por considera-la com chances reais de pódio nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Esse selo é motivo de muito orgulho para a CBHb – Confederação Brasileira de Handebol, entidade fundada em 1979. Ao longo de sua história, o handebol do Brasil nunca parou de crescer e de se desenvolver. Um feito marcante foi a realização do Campeonato Mundial Feminino, em 2011, quando o Brasil conquistou o quinto lugar, mostrando para o mundo que tinha um forte handebol e que estava em franco crescimento. No ano seguinte, em 2012, nos Jogos Olímpicos de Londres, o Brasil ficou com a sexta colocação, a melhor da história até então. Esse ótimo momento do handebol foi, certamente, coroado pelo título mundial de 2013.

Os Correios e a Confederação Brasileira de Handebol, parceiros nesta emissão, têm a honra de registrar a conquista do 1º Título Mundial do Handebol Brasileiro, inserindo a modalidade na memória da Filatelia brasileira e mundial.

MANOEL LUIZ OLIVEIRA
Presidente da Confederação Brasileira de Handebol – CBHb
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1- Alex Aprile, 2- Marina Calister, 3- Alessandra Dutra, 4- Leandro Gregorut, 5- Eduarda Amorim, 6- Amanda Andrade, 7- Morten Soubak, 8- Elaine Gomes, 9- Ana Paula Rodrigues, 10- Cidinha Rocha, 11- Samira Rocha, 12- Mayssa Pessoa, 13- Fernanda França, 14- Fabiana Diniz, 15- Rita Orsi, 16- Deonise Cavaleiro, 17- Bárbara Arenhart, 18- Karol Souza, 19- Mariana Costa, 20- Deborah Hannah, 21- Mayara Moura, 22- Alexandra Nascimento e 23- Daniela Piedade.

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
4

Edital 8 – 2016
Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial

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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Esporte, handebol, seleção brasileira de handebol, títulos esportivos, símbolos.

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Peças Filatélicas
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8 – Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

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8 – Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (olho-de-Boi)

8

8 – Homenagem à Seleção Brasileira Feminina de
Handebol Campeã Mundial – Sérvia 2013
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia Emissão Postal Especial

21 de junho de 2016

1
7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Especial
2

7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE OS SELOS

Os selos desta Série focalizam dois cavalos de raça, representações equinas do Brasil e da Eslovênia. Em cada selo, os cavalos encontramse em áreas de pasto, dando ideia de nobreza e liberdade, ostentando, cada um, a bandeira nacional de seus países. O Brasil é representado pelo MANGALARGA MARCHADOR, caracterizado pela grandeza do porte e marcha diferenciada, denotando o requinte da raça. O selo dedicado à Eslovênia destaca o cavalo da raça LIPICANEC, representado de forma altaneira, com exuberante crina, em posição de cavalgada, mostrando a beleza e a elegância da raça. Foram utilizadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 7 Fotos: Selo Brasil – Kiko Catelli Selo Eslovênia – Karolina Wengerek Arte-finalização: Jamile Costa Sallum – Correios Processo de Impressão: ofsete Folha: 30 selos, 15 de cada selo Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 3,55 cada Tiragem: 600.000 selos, 300.000 de cada Área de desenho: 25mm x 35mm Dimensão do selo: 30mm x 40mm Picotagem: 12 x 11,5 Data de emissão: 21/6/2016 Local de lançamento: Brasília/DF Peça filatélica: Envelope de 1º Dia de Circulação Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia

Mangalarga Marchador – a raça nacional

Fundada em 16 de julho de 1949, com sede no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para fazer o registro genealógico oficial dos animais e dar suporte aos seus criadores.

A ABCCMM congrega, hoje, mais de 11.500 associados, sendo cinco mil em Minas Gerais. Possui 69 núcleos e associações de criadores nos principais estados brasileiros, contando com rebanho nacional de 489 mil animais, dos quais 220 mil cabeças estão concentradas em Minas Gerais.

No Brasil, o Mangalarga Marchador surgiu no sul mineiro há cerca de 200 anos, e teve como berço a fazenda Campo Alegre, que pertencia a Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, a quem é atribuída a responsabilidade pela formação da raça.

Docilidade e comodidade caracterizam o Mangalarga Marchador, resultado de um cruzamento entre animais trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal, com cavalos selecionados pelos criadores da região mineira. A inteligência, a rusticidade, a resistência e a marcha, diferenciada de outros marchadores do mundo, fazem do Mangalarga Marchador uma raça única e apaixonante.

Um decreto presidencial sancionou a Lei nº 12.975, de 19 de maio de 2014, declarando nacional a raça de cavalo Mangalarga Marchador, que passa a compor essa emissão de selos dos Correios, da Série Relações Diplomáticas, propagando os valores equinos nacionais do Brasil e da Eslovênia.

Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM)

LIPICANEC – o cavalo incrível

A Eslovênia é um dos menores e mais novos países do globo, que apareceu nos mapas mundiais em 1991, pelo que, neste ano, comemora-se os 25 anos de sua independência. A particularidade que marca o país é, sem dúvida, a sua posição geográfica no contexto de quatro grandes regiões europeias – a dos Alpes, a dinárica, a panónica e o mar Adriático. Tem 2 milhões de habitantes, sendo conhecida pela riqueza de suas florestas e exuberância da fauna, da qual destaca-seo cavalo da raça LIPICANEC, criada em Lipica, uma pequena cidade do litoral, perto da fronteira com a Itália.

Desde 2004, a Eslovênia é membro da União Europeia e da OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte, sendo, ainda, destacada por marcos importantes como a sua presença, em 2007, na zona do Euro, e, em 2008, como presidente do Conselho da União Europeia.

O que faz esse cavalo tão especial é o fato de que ele nasce preto e, depois, entre cinco e sete anos, torna-se quase completamente branco. Além disso, tem uma aptidão especial para o adestramento clássico e para carregar carruagens leves. Pela beleza e elegância, esses cavalos tornaram-se famosos em todo o mundo. Os admiradores da raça LIPICANEC ficam encantados pelos movimentos suaves e elegantes, somente realizados por cavalos com o máximo de adestramento possível.

Os antepassados da raça LIPICANEC têm suas origens em Coudelaria Lipica, fundada em maio de 1580. O início da criação da raça é considerado o dia 19 de maio de 1580, quando o arquiduque de Habsburgo, Carlos II, filho de César Ferdinando I, de Habsburgo, adquiriu o terreno da Lipica do Bispo do Trieste. Posteriormente, começaram a cruzar os cavalos da Lipica com as raças nobres da Espanha, Itália e países árabes.

O surgimento dessa raça tem um vínculo forte com o desenvolvimento da equitação, com base em adestramento clássico. A Coudelaria Lipica criava os cavalos para a famosa Escola de Equitação Espanhola de Viena e da Corte vienense, até o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914.

Durante séculos, vários tipos de garanhões foram criados, sendo somente seis tipos clássicos conservados: o Majestoso, Neapolitano, Conversano, Favory e Pluto in Siglavy. No mesmo período, 17 gerações de éguas foram preservadas.

Os nomes Lipicanec e Coudelaria Lipica estão associados à história de uma árvore, tília (em esloveno lipa), um dos símbolos nacionais da Eslovênia. No século XIV, onde atualmente fica a Coudelaria Lipica, houve uma vinícola cujo nome era Pri lipici (ao lado da tília), origem do nome da cidade e, posteriormente, da raça do cavalo.

Os selos ora emitidos pelos Correios do Brasil destacam as raças MANGALARGA MARCHADOR e a LIPICANEC, consagradas pela nobreza, e por representarem o orgulho do Brasil e da Eslovênia, unidos na Série Relações Diplomáticas.

Alain Brian Bergant
Embaixador da República da Eslôvenia no Brasil
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 7 – 2016
Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Especial
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Fauna, cavalos, equitação, relações diplomáticas.

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Peças Filatélicas
4
7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Comemorativa
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
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7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
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7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
7
7 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – Eslovênia
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

25 Anos de Carreira da Dupla Zezé di Camargo & Luciano (Selo Personalizado)

16 de junho de 2016

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6 – SP – 25 Anos de Carreira da Dupla Zezé di Camargo & Luciano
Emissão Postal Selo Personalizado
SOBRE O SELO

Selo personalizado, registra o transcurso do 25º aniversário da dupla.

DETALHES TÉCNICOS

Com venda disponibilizada ao público em geral, é considerado um selo com classificação diferenciada.

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Alguns dos temas ilustrados pelo selo

Música, música sertaneja, efemérides.

Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica Emissão Postal Especial

15 de junho de 2016

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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE OS SELOS

Os selos apresentam desenhos de cenas que objetivam a racionalização do consumo de água e energia elétrica, ou seja, o consumo consciente desses recursos. O primeiro selo apresenta a foto de uma torneira, como um símbolo do consumo de água. Uma seta indica o movimento que deve ser feito para fechá-la. Outros desenhos feitos com caneta esferográfica, representam dicas de redução do consumo de água: aproveitamento da água da chuva, varrer o pátio ao invés de lavá-lo, escovar os dentes com a torneira fechada, ensaboar-se com o chuveiro fechado, consertar vazamentos, lavar veículos e regar plantas sem usar mangueira. O segundo selo mostra, ao centro, uma lâmpada, como símbolo do consumo de eletricidade e, ao fundo, o desenho do sol, fonte maior de luz. Os demais desenhos sugerem dicas importantes: apagar as luzes em ambientes vazios, usar eletrodomésticos mais econômicos, usar o chuveiro elétrico na posição VERÃO ou equivalente e desplugar, sempre que possível, aparelhos elétricos das tomadas, evitando a posição de espera, o stand by, remetendo à otimização da economia de energia elétrica. Foram utilizadas fotografias e a técnica de ilustração, arte-finalizada com uso de computação gráfica..

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 6 Artes: Ariadne/Meik Processo de Impressão: ofsete Folha: 24 selos Papel: cuchê autoadesivo Valor facial: R$ 2,10 cada selo Tiragem: 480.000 selos Área de desenho: 34mm x 24mm Dimensão dos selos: 40mm x 30mm Picotagem: semicorte Data de emissão: 15/06/2016 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica

Nesta emissão, os Correios abordam a importância do consumo consciente de água e energia elétrica, estimulando as práticas sustentáveis nas atitudes diárias.

Consumo Consciente de Água

O Brasil é um país muito rico em água. Basta dizer que somos guardiões de quase 13 mil rios. Apenas a região Norte armazena 68,5% dos recursos hídricos brasileiros disponíveis. Apesar de tanta fartura, algumas partes do território brasileiro sofrem com sua falta ou limitação, incluindo uma parte do Norte, além de vários lugares do Nordeste e Sudeste.

É bom lembrar que água é bem finito. E, em tempos de escassez, a ordem é poupar, reutilizar e reciclar, evitando desperdícios que custam caro aos brasileiros e ao meio ambiente. A situação é preocupante, pois 36,7% da água potável distribuída se perdem antes de chegar às torneiras.

A poluição é outro problema grave. Rio não é depósito de lixo e sujeira, mas é nele que muitas cidades despejam seus esgotos. A triste realidade mostra que 59,2% desses dejetos são jogados nas águas correntes sem qualquer tipo de tratamento, inclusive nos municípios do interior.

É claro que, em boa parte dos casos, pode-se reverter a situação. Mas é necessário uma consciência coletiva em torno da solução, começando por não jogar sujeira no rio; aparando água da chuva para regar plantas, lavar o carro, limpar pisos e calçadas; reutilizando, na limpeza em geral, água do chuveiro, do tanque, da máquina de lavar roupas e da pia da cozinha; escovando os dentes com a torneira fechada; reduzindo o tempo de banho; e eliminando os vazamentos em casa.

Cada minuto sob o chuveiro manda pelo ralo 15 litros de água. A descarga do vaso sanitário leva embora até 16 litros. Lavar o carro, numa tarde de domingo, consome outros cem litros. Torneira aberta e lá se vão 11 litros na escovação dos dentes.

Para não faltar, é preciso reduzir e economizar.

Ministério do Meio Ambiente

Consumo Consciente de Energia Elétrica

Desde sua criação em 1985, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e executado pela Eletrobras, já contribuiu para economizar mais de 80 bilhões de kWh de energia elétrica. O Selo Procel foi criado para orientar o consumidor na hora de comprar eletrodomésticos que gastem menos energia e incentivem a competitividade na indústria e o desenvolvimento tecnológico na busca de maior eficiência energética dos aparelhos elétricos. O Selo é sinônimo de qualidade, segurança e sustentabilidade.

Mas o consumidor também pode fazer sua parte para usar a energia de maneira consciente, com medidas simples. São elas:

• Avaliar o serviço de manutenção predial nos sistemas de iluminação e climatização garantindo que lâmpadas e luminárias sejam mantidas limpas para permitir a reflexão máxima da luz;

• Ligar sistemas de iluminação somente onde não haja iluminação natural suficiente;

• Usar preferencialmente luminárias abertas, retirando, quando possível, o protetor de acrílico, o que possibilita a redução de até 50% do número de lâmpadas sem perda da qualidade do iluminamento;

• Manter as janelas e portas fechadas, evitando a entrada de ar externo nos ambientes climatizados;

• No verão ou em dias quentes desligar o chuveiro;

• Substituir lâmpadas por outras mais eficientes e apagar as lâmpadas em ambientes que não estejam sendo utilizados;

• Desligar equipamentos e lâmpadas que não estejam em uso.

Ministério de Minas e Energia
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)
5
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Meio ambiente, preservação. água, energia elétrica.

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Peças Filatélicas
56
6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
6
6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
8
6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
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6 – Consumo Consciente de Água e Energia Elétrica
Emissão Postal Especial
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

Centenário da Academia Brasileira de Ciências Emissão Postal Comemorativa

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Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
2

5 – Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

SOBRE O SELO

O selo apresenta, sobre um fundo branco, a logomarca do centenário da Academia Brasileira de Ciências, que sintetiza a relevância do trabalho da ABC ao longo de cem anos. Trata-se de uma composição estilizada, em verde e amarelo, com o numeral 100 justaposto à denominação da Academia. O primeiro zero, dividido verticalmente ao meio, mostra, à esquerda, o ano da fundação, 1916, e, à direita, 2016, o ano do centenário.

O conjunto remete à brasilidade, celebrando o centenário da prestigiada instituição. As legendas também foram grafadas nas cores verde e amarelo, exaltando a importância histórica e científica da entidade para o Brasil. Foram usadas as técnicas de desenho vetorial e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 5 Arte: Sandra Frias Processo de impressão: ofsete Folha: 24 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: Primeiro Porte Carta Comercial Tiragem: 360.000 selos Dimensão do selo: 59mm x 25mm Área de desenho: 54mm x 20mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 03/05/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
Centenário da Academia Brasileira de Ciências – ABC

Com esta emissão comemorativa, os Correios divulgam o relevante trabalho desenvolvido pela Academia Brasileira de Ciências ao longo de um século dedicado às ciências e ao Brasil.

100 anos de realizações em prol do Brasil

A Academia Brasileira de Ciências completa 100 anos no dia 3 de maio de 2016. Criada como Sociedade Brasileira de Sciencias por um grupo de cerca de 50 cientistas, dentre os quais Henrique Morize, seu primeiro presidente, Edgar Roquette-Pinto, Oswaldo Cruz e Juliano Moreira, com o objetivo principal de propiciar condições para o desenvolvimento da ciência básica.

Em seu processo de criação, a Academia e os acadêmicos estiveram envolvidos em atividades importantes para a sociedade brasileira, como a introdução da radiodifusão no país (1923), que teve como principal incentivador Roquette-Pinto, e a criação, em 1924, da Associação Brasileira de Educação (ABE).

A Academia teve atuações expressivas com relação à institucionalização da ciência no país, como a que culminou na criação do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) e da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento do Ensino Superior (Capes), em 1951. Várias instituições de pesquisa importantes tiveram sua origem no Conselho Deliberativo do CNPq, com participação da ABC. Esta teve, ainda, atuação destacada nos processos que levaram à criação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em 1969, e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), em 1971. A Academia apoiou diretamente a criação do sistema de “avaliação por pares”, ampliando a participação direta da comunidade científica nos processos decisórios, de formulação e execução de políticas públicas em ciência e tecnologia.

Com 100 anos de atividade ininterrupta, a ABC conquistou grande projeção internacional, articulando-se e trabalhando em conjunto com as academias de ciências de todo o mundo. Ao longo de sua história, recebeu inúmeros cientistas renomados, muitos dos quais se tornaram membros correspondentes, dentre eles Albert Einstein, Marie Curie e outros de porte semelhante.

A ABC mantém, desde 1917, sua revista científica de caráter interdisciplinar, os Anais da Academia Brasileira de Ciências, que é a publicação cientifica mais tradicional do país. A ABC tem um papel muito importante na consolidação da pesquisa científica no Brasil. A produção científica de seus membros constitui um conjunto de trabalhos científicos de alta qualidade em diversas áreas do conhecimento. Muitos destes trabalhos resultaram em grande contribuição à Ciência, assim como em aplicações e inovações tecnológicas e sociais de alta relevância para o país.

Nas últimas décadas, a Academia tem dado importante apoio à sociedade brasileira, promovendo seminários científicos de alto nível, fomentando a colaboração regional e internacional entre cientistas e produzindo documentos que servem de base para políticas públicas em temas de grande importância para a nossa sociedade, como a Amazônia, os recursos hídricos, as doenças negligenciadas e a educação em todos os níveis de ensino.

Atualmente, a Academia se divide em dez áreas especializadas: Ciências Matemáticas, Ciências Físicas, Ciências Químicas, Ciências da Terra, Ciências Biológicas, Ciências Biomédicas, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências da Engenharia e Ciências Humanas. Em 2007, foram criadas seis vice-Presidências regionais: Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Espírito Santo, visando descentralizar as ações da ABC e identificar talentos em todo o país.

Encerrando uma busca quase centenária de uma sede à altura de sua importância, a Academia recebeu, em 2014, três andares de um prédio histórico, doado à Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa (FAPERJ), pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Localizado no corredor cultural do centro do Rio de Janeiro, o edifício está sendo restaurado para se tornar, em breve, o Palácio da Ciência.

A Celebração do Centenário

Para organizar a comemoração do seu Centenário, a ABC compôs uma Comissão, formada por representantes de instituições renomadas no cenário nacional de ciência, tecnologia e inovação – CT&I, nomes muito caros à ciência brasileira. Representantes dessa Comissão supervisionaram o desenvolvimento de uma cuidadosa pesquisa histórica textual e iconográfica, para dar consistência ao conteúdo dos diversos instrumentos de divulgação do Centenário, adequados aos mais diversos públicos.

A Reunião Magna da ABC, encontro científico anual, que conta com a participação de célebres cientistas, tanto brasileiros como estrangeiros, realizada, nessa ocasião, em parceria com o Museu do Amanhã, novo e belíssimo espaço construído no Rio de Janeiro com foco em ciência, tecnologia e inovação. A Academia, desse modo, comemora esses 100 anos em grande estilo, contribuindo para a divulgação da ciência brasileira, das instituições científicas e dos cientistas brasileiros, visando o benefício da sociedade, no presente e no futuro.

Academia Brasileira de Ciências
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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)3
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Ciências, tecnologia, efemérides, entidades científicas..

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Peças Filatélicas
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5 – Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
Emissão Postal Comemoratival
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
5
5 – Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
Emissão Postal Comemoratival
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho de Boi)
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5 – Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
Emissão Postal Comemoratival
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação
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5 – Centenário da Academia Brasileira de Ciências
Emissão Postal Comemorativa
Emissão Postal Comemoratival
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

22ª LUBRAPEX A Força da Fraternidade Luso-Brasileira Emissão Postal Especial

26 de abril de 2016

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4 – 22ª LUBRAPEX
A Força da Fraternidade Luso-Brasileira
Emissão Postal Especial
  
3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Carimbos comemorativos de 1º dia de circulação
SOBRE O BLOCO

Os selos destacam peças etnológicas, datadas do século XX. No primeiro selo vê-se a “Coroa radial com cobre-nuca”, confeccionada em talas vegetais, fios de algodão e penas, de propriedade do Museu Nacional de Etnologia, de Portugal. O segundo selo destaca um “Pendente”, em forma de coração, produzido em filigrana em prata dourada e esmalte, pertencente ao Museu de Arte Popular, de Portugal. Cada selo possui, à direita, uma faixa evidenciando o país emissor, a logomarca da Exposição e o ano 2016. Moldurando a área picotada, destacam-se, em toda a extensão esquerda, referenciais da logomarca da Exposição e, no canto inferior direito, detalhe da fachada do Museu Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro, sede da primeira LUBRAPEX. A técnica utilizada foi a fotografia, com recursos de computação gráfica.

CRÉDITOS

Título: Coroa radial com cobre-nuca Autor: Desconhecido/Brasil Propriedade: Museu Nacional de Etnologia, Portugal Fotografia: Arquivo de Documentação Fotográfica/Direção Geral do Patrimônio Cultural/Luisa Oliveira. Título: Pendente em forma de coração Autor: Desconhecido/Douro Litoral Propriedade: Museu de Arte Popular, Portugal Fotografia: Arquivo de Documentação Fotográfica/Direção Geral do Patrimônio Cultural/Paulo Cintra e Laura Castro Caldas A imagem do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro que compõe o fundo do bloco pertence ao Acervo da Biblioteca de Obras Raras da Escola de Belas Artes da UFRJ – EBAOR, retirada do livro Fachadas dos prédios da ex Av. Central, atual Rio Branco: arquitetura brasileira de 1900.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 4 Bloco com 2 selos Arte dos selos: AF Atelier Arte do bloco: Jamile Costa Sallum – Correios Processo de Impressão: ofsete Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 3,55 cada selo Tiragem: 120.000 blocos Área de desenho: 35mm x 25mm Dimensão dos selos: 40mm x 30mm Dimensão do bloco: 110mm x 70mm Picotagem: 11,5 x 12 Data de emissão: 26/04/2016 Local de lançamento: Brasília/DF Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
LUBRAPEX – Viana do Castelo 2016
A Força da Fraternidade Luso-Brasileira

Desde sua primeira edição, em 1966, no Rio de Janeiro, os Correios do Brasil e os Correios e Telecomunicações de Portugal – CTT unem-se na realização da Exposição Filatélica Luso-Brasileira – LUBRAPEX, que, em sua 22ª edição, comemora seus 50 anos.

Nesse ambiente de comemorações, destacamos a identidade etnológica e cultural entre Brasil e Portugal, com origens nos fatos históricos de 1500, com a descoberta do Brasil pelos portugueses, e o de 1808, com a Chegada da Família Real portuguesa em solo brasileiro. Esses acontecimentos uniram para sempre os dois países, tornando-os protagonistas de uma história já muito divulgada em selos postais.

Chegamos a Viana do Castelo, onde a Exposição realiza-se de 26 de abril a 1 de maio, certos da Força da Fraternidade Luso-Brasileira, lema motivador dos trabalhos em torno do evento, que, ao longo dos anos, tem contado com a participação enriquecedora dos países membros da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa – AICEP e, em 2016, será abrilhantada com as presenças da Alemanha e da Itália.

É primordial destacar o êxito de suas realizações, no Brasil e em Portugal, e a determinação dos Correios e das Federações dos dois países, que a conduziram até aqui, certos da missão de adequá-la aos novos tempos. Importante mencionar que o apoio incondicional da Federação Europeia de Associações Filatélicas – FEPA à Exposição, nesta edição, demonstra a credibilidade da LUBRAPEX frente a importantes organismos filatélicos de projeção internacional.

A 22ª LUBRAPEX representa a oportunidade ímpar da comunidade Luso- Brasileira comemorar a existência de uma Exposição, que nasceu para premiar aqueles que fazem de suas atividades filatélicas uma prazerosa missão.

Os selos dedicados à LUBRAPEX divulgam a “Coroa radial com cobrenuca”, de propriedade do Museu Nacional de Etnologia de Portugal, e um “Pendente”, em forma de coração, pertencente ao Museu de Arte Popular de Portugal. Dada a sua importância, esta emissão combinada de selos entre Brasil e Portugal, foi aberta à participação dos demais países e territórios de expressão oficial portuguesa

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 4 – 2016
22ª LUBRAPEX
A Força da Fraternidade Luso-brasileira
Emissão Postal Especial
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Filatelia, mostras filatélicas, artezanato, artefatos indiginas.

Série Relações Diplomáticas: Brasil – França 200 Anos da Missão Artística Francesa

26 de março de 2016

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3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Quadra

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
SOBRE OS SELOS

A emissão postal é composta por quatro selos. Cada um deles apresenta o retrato de um artista conhecido como um dos pilares da Missão Artística Francesa no Brasil: Joachim Lebreton ? líder da Missão Francesa; Grandjean de Montigny ? arquiteto; Nicolas-Antoine Taunay ? pintor de paisagens e Jean Baptiste Debret ? pintor histórico. Ao lado dos artistas, está representado o assunto relativo ao trabalho em que cada um se destacou. Junto a imagem de Lebreton, uma representação da viagem da França ao Brasil, com o contorno dos dois países em destaque nas cores de suas bandeiras. No selo de Montigny, o primeiro prédio que abrigou a Academia Imperial, e o detalhe de uma coluna com o capitel da ordem jônica. Taunay, o pintor das paisagens brasileiras, aparece junto à representação da Cascatinha Taunay, na Floresta da Tijuca. Jean Baptiste Debret, finaliza a quadra de selos com uma composição mostrando parte de casarios com produtos à venda e negras vendedoras na rua. As cores das bandeiras dos dois países aparecem em alegorias nas artes, destacando desta forma, as relações diplomáticas entre Brasil e França. A técnica escolhida para a arte dos selos foi a aguada de nanquim para os retratos, e a aquarela para as cenas ao lado dos homenageados.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 3 Arte: Dalila Santos Processo de Impressão: ofsete Folha com 24 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: R$ 3,55 cada selo Tiragem: 480.000 selos Área de desenho: 44mm x 26mm Dimensão do selo: 44mm x 26mm Picotagem: 11 x 11,5 Data de emissão: 26/03/2016 Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ Peça filatélica: Envelope de 1º Dia de Circulação Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Texto descritivo do Edital
200 anos da Missão Artística Francesa ao Brasil

A queda de Napoleão proporcionou a retomada dos laços culturais entre a França e Portugal. A convite da Corte Portuguesa, aporta no Rio de Janeiro, em 26 de março de 1816, a Missão Artística Francesa, liderada por Joachim Lebreton (1760-1819), ex secretário do Institut de France. Acompanham-no o pintor Debret (1768-1848), o paisagista Nicolas Antoine Taunay (1755-1830), o arquiteto Grandjean de Montigny (1776-1850) e outros artistas. O objetivo da Missão era fundar a primeira Academia de Artes no Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

O grupo revolucionaria as artes na corte tropical do Rio de Janeiro, beneficiando- se do desejo da coroa de desenvolver as Artes e Ofícios na América, onde agora vivia a Família Real e parte expressiva da nobreza portuguesa. A Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios é criada por decreto no dia 12 de agosto de 1816, mas efetivamente é inaugurada em 5 de novembro de 1826, como Academia Imperial e Escola de Belas Artes.

Nesse interim, Joachim Lebreton estabelece os princípios e diretrizes para o funcionamento da futura Academia Imperial, porém falece em 1819, sem ver sua implantação. Os demais artistas franceses realizaram trabalhos para a corte portuguesa, dentre os quais a organização dos cerimoniais da chegada da Princesa Leopoldina, em 1817, aclamação de D. João VI, em 1818 e a coroação de D. Pedro I, em 1822.

Destacam-se no grupo os trabalhos do arquiteto Grandjean de Montigny, responsável por vários projetos e obras públicas como o edifício da Academia Imperial de Belas Artes e o prédio da Alfândega (atual Casa França-Brasil), e do pintor Jean-Baptiste Debret, organizador da primeira exposição de arte no Brasil (1829).

Debret fez vários retratos da família real, aquarelas e desenhos sobre o cotidiano da cidade, reproduzindo as atividades dos escravos, dos grupos indígenas e, também, sobre os fatos da vida da Corte. Permaneceu no Brasil por quinze anos. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o livro “ Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil,” publicado em três volumes, com um total de 150 ilustrações onde Debret retrata e descreve a sociedade brasileira no início do século XIX. Sua obra é, ainda hoje, referência para estudos sobre o Brasil dessa época.

Historicamente, os franceses foram os fundadores do ensino formal da arte acadêmica como estilo no Brasil, uma arte cultivada pelo estado e organizada dentro de linhas metodológicas rígidas, com temáticas próprias, modelos formais, exames de aptidão e sistema de premiações. A atuação dos franceses também contribuiu para melhorar o status do artista, assumindo uma postura de cidadãos livres, profissionais, numa sociedade em vias de laicização. Sua influência se estende às noções de saneamento e higiene que trouxeram e que iriam aplicar na construção dos edifícios e modificar o urbanismo das cidades brasileiras, transformando o modo de viver no Brasil Colônia.

Com essa emissão, os Correios do Brasil, por meio da Filatelia, destaca importante fato histórico para o desenvolvimento cultural brasileiro, homenageando a contribuição francesa para esse episódio, ao tempo em que ressalta os laços de amizade e de cooperação que sempre permearam as boas relações entre Brasil e França.

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 3 – 2016
Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Relações diplomáticas, história, etnias, meio ambiente, arte, vultos célebres.

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Peças Filatélicas

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Quadra com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC (Olho-de-Boi)

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Máximo Postal

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Máximo Postal

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Máximo Postal

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Máximo Postal

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

3 – Série Relações Diplomáticas: Brasil – França
200 Anos da Missão Artística Francesa
Emissão Postal Comemorativa
Envelope circulado, registrado, com Aviso de recebimento – AR e entrega “Mãso Própria – MP, carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

HISTÓRIA DAS MOEDAS VIGENTES NO BRASIL ILUSTRADA ATRAVÉS DOS SELOS

16Recentemente, conversando com um colega filatelista associado da SOFICUR sobre a mais conhecida série de selos brasileiros, os “OLHOS-DE-BOI”, emitidos em 1 de agosto de 1843, com os valores de 30, 60 e 90 reis, surgiu a dúvida de qual seria o singular de “reis”.

Fiquei na dúvida se seria “REAL” talvez devido ao fato de que nossa moeda atual seja denominada Real, bem como pelo pouco uso do singular de reis, sendo mais frequente usar-se “mil reis” ao se falar dos selos do Império e do início da Republica.

Um real, na época em que foram emitidos os primeiros selos do Brasil tinha valor liberatório praticamente nulo, equivalente o que seria nos dias de hoje bem menos de um centavo de real.

Os selos de menor valor facial daquela época são de 10 reis.

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Primeiro selo da série emitida em 1 de julho de 1844 “Inclinados”, no valor de 10 reis, o menor encontrado nas emissões brasileiras.

Pesquisando, encontrei no “Google” referência ao um site “Pesquisa.com” que possui uma página sobre as moedas vigentes no Brasil ao longo do tempo, muito bem estruturada, o que me motivou a preparar esta matéria abrangendo o período do Brasil Colônia, Império e República, ilustrada com a imagem do primeiro selo ou série de selos emitidos quando das sucessivas implantações de nova moeda.

Como sempre faço ao preparar uma nova matéria submeti o texto a alguns amigos filatelistas, entre eles o Doutor Aluísio Queiroga, que ao comentar o artigo citou um parágrafo do livro “Histórias que o Dinheiro Conta”, de autoria de Andé Cintra e Renato Torelli, Ed. Lumes, 2006, pg. 26, que leva à conclusão de que o termo “réis” deriva mesmo do termo “real”:

“A metrópole só impôs o real português ao Brasil ao optar pela colonização, por volta de 1530. Também circularam no País moedas de origem espanhola e holandesa, bem como o zimbo (uma concha típica da África). De qualquer forma, o o real português se consolidou em 1694, com a criação da Casa da Moeda. Em 8 de outubro de 1833, entrou em vigor o mil-réis, que tinha o real como base. De acordo com a nova nomenclatura, um milhão de réis passou a se chamar “um conto”.

Essas modificações no início com largo lapso de tempo entre elas e posteriormente com frequência crescentes, são devidas à significativa desvalorização do padrão monetário de cada período, devido primeiro à inflação e depois à hiperinflação que aconteceu nas décadas de 80 e iniciais de 90.

A partir de 1973, quando a crise internacional do petróleo fez o custo do barril subir 400% em três meses, de US$ 2,90 para US$ 11,65, a economia brasileira passou a apresentar taxas de inflação crescentes.

De acordo com relatório do IBGE os índices inflacionários do Brasil, no período pesquisado, são:

Década de 1930 = média anual de 6,1%

Década de 1940 = média anual de 12,8%;

Década de 1950 = 19,5%

Década de 1960 = 40,1%

Décadade 1970 = 40,1%

Década de 1980 = 330%

Entre 1990 a 1994 =média anual de 764%

Entre 1995 a 2000 = média anual de 8,6%

Com base em informações colhidas de diversas fontes, em especial além das já mencionadas, consultas ao Catálogo de Selos do Brasil RHM (diversas edições) e a vários colegas filatelistas que conviveram com a maioria das mudançãs ocorridas – o que também aconteceu comigo – passo a relacionar os diferentes interregnos de padrões monetários, numa tentativa de ilustrar aos mais jovens como os perídos de hiperinflação influenciaram a filatelia brasileira, principalmente na questão de valorização de mercado, embora outros fatores também tenham contribuido para isso.

Moeda vigente no Brasil desde o descobrimento do Brasil até 4 de outubro de 1942

Real (r.), plural Reis (rs.)

76-0176-0276-03

 

 

 

 

 

 

Olhos-de-Boi, a primeira série brasileira, emitida em 1 de agosto de 1843

A partir de 8 de outubro de 1833, passou a ser adotado a terminologia “mil- reis”. O selo com a maior denominação em reis, um milhão de reis, ou coloquialmente, um conto de reis, foi emitido em 15 de novembro de 1913, sendo o fecho da série de selos “Oficiais” denominada “Hermes da Fonseca”.

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Selo fecho da segunda série de selos Oficiais, Hermes da Fonseca

Moeda vigente no Brasil desde 5 de outubro de 1942 até 12 de fevereiro de 1967

Cruzeiro (Cr$), plural Cruzeiros

Em 5 de outubro de 1942, foi estabelecido que cada cruzeiro, a nova moeda , equivaleria a mil réis. Ou seja, pela primeira vez, devido à inflação, aconteceu o corte de três zeros no valor nominal da moeda e mudança de sua denominação. A denominação coloquial de reis, já de longa data era mil reis, devido à intensa desvalorização do real e consequente aumento de preços.

O primeiro selo emitido com o valor estabelecido em cruzeiros foi na verdade uma emissão com sobrecarga em preto, do selo aéreo emitido em 10 de novembro de 1941, em comemoração do 4º aniversário do Estado Novo. O selo com o valor de face de 5400 rs, recebeu, em 10 de novembro de 1942 uma sobrecarga de C$5,40, de acordo com o critério de conversão para a nova moeda.

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Primeiro selo (par, aéreo) emitido em 10 de novembro de 1942 na nova moeda, cruzeiros, mediante sobrecarga de Cr$5,40 sobre selo aéreo com o valor original de 5.400 réis

Moeda vigente no Brasil desde 13 de fevereiro de 1967 até 14 de maio de 1970

Cruzeiro Novo (NCr$), plural Cruzeiros Novos

Devido à reforma monetário de 13 de fevereiro de 1967, o cruzeiro foi substituído pelo r cruzeiro novo e. circulou até 14 de maio de 1970. Aconteceu o corte de três zeros.

O primeiro selo emitido com tarifa na nova moeda tinha o valor facial de 5c (cinco centavos) homenageava Anita Garibaldi e integrou a série “Mulheres Famosas do Brasil”. Foi lançado em 14 de abril de 1967,

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Primeiro selo (regular), Anita Garibaldi, emitido em 14 de abril de 1967 na nova moeda, cruzeiro novo

Moeda vigente no Brasil desde 15 de maio de 1970 a 27 de fevereiro de 1986

Cruzeiro (Cr$), plural Cruzeiros

Em 15 de maio de 1970, sem corte de zeros, a moeda voltou a ser denominada cruzeiro.

O selo (comemorativo) emitido mais próximo a esta data, teve seu lançamento em 19 de maio de 1970, registrando o Bicentenário do Nascimento do Pintor Jean Baptiste Debret.

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Primeiro selo (comemorativo), Bicentenário do Nascimento do Pintor Jean Baptiste Debret, emitido em 19 de maio de 1970 na nova moeda, cruzeiro

Moeda vigente no Brasil de 28 de fevereiro de 1986 a 15 de janeiro de 1989

Cruzado (Cz$), plural Cruzados

Em 28 de fevereiro de 1986, com corte de três zeros, a moeda passou a ser denominada cruzado.

O selo (comemorativo) emitido na nova moeda, com data mais próxima à implantação do cruzado, foi o lançado em 11 de abril de 1986, registrando o Retorno do Cometa Halley.

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Primeiro selo (comemorativo), Retorno do Cometa Halley, emitido em 11 de abril de 1986 na nova moeda, cruzado

Moeda vigente no Brasil de 16 de janeiro de 1989 a 15 de março de 1990

Cruzado Novo (NCz$), plural Cruzados Novos

Em 16 de janeiro de 1989, com corte de três zeros, a moeda passou a ser denominada cruzado novo.

O primeiro selo (comemorativo) emitido na nova moeda foi lançado em 10 de março de 1989, comemorando os 300 Anos do Tribunal de Justiça da Bahia.

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Primeiro selo (comemorativo), 300 Anos do Tribunal de Justiça da Bahia emitido em 10 de março de 1989 na nova moeda, cruzado novo

Moeda vigente no Brasil de 16 de março de 1990 a 31 de julho de 1993

Cruzeiro (Cr$), plural Cruzeiros

Em 16 de março de 1990, sem corte de zeros, a moeda voltou a ser denominada cruzeiro.

O primeiro selo (comemorativo) emitido na nova moeda foi lançado em 30 de março de 1989, registrando os 25 Anos do Banco Central do Brasil.

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Primeiro selo (comemorativo), 25 Anos do Banco Central do Brasil emitido em 30 de março de 1990 na nova moeda, cruzeiro

Moeda vigente no Brasil de 1 de agosto de 1993 a 30 de junho de 1994

Cruzeiro Real (CR$), plural Cruzeiros Reais

Em 1 de agosto de 1993, com corte de três zeros, a moeda passou a ser denominada cruzeiro real.

A primeira série emitida na nova moeda (2 selos comemorativos) foi lançada em 24 de agosto de 1993, registrando efemérides de Escolas de Engenharia no Brasil – UFRJ e USP.

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Primeira série (2 selos comemorativos), Escolas de Engenharia no Brasil – UFRJ e USP emitida em 24 de agosto de 1993 na nova moeda, cruzeiro real

Moeda vigente no Brasil de 1 de julho de 1993 a 30 de junho de 1994

Real (R$), plural Reais

Em 1 de julho de 1994, passou a vigorar a nova moeda, real. Para conversão do valor, houve a divisão dos valores anteriores por 2.750, valor do índice de conversão anteriormente estabelecido, denominado URV – Unidade Real de Valor. Este foi um índice que procurou refletir a variação do poder aquisitivo da moeda, servindo apenas como unidade de conta e referência de valores. Teve curso juntamente com o Cruzeiro Real (CR$) até o dia 1º de julho de 1994, quando foi lançada a nova base monetária nacional, o Real (R$).

A primeira série emitida na nova moeda (7 selos regulares), Aves Urbanas, foi lançada em 1 de julho de 1994. Trata-se da reimpressão dos seis selos emitidos em 1 de março de 1994 no padrão cruzeiro real e da emissão de um novo selo, no valor de R$1,00 mostrando o João-de-Barro. Pela primeira vez o lançamento da nova moeda e da primeira série foi simultânea. Contudo é de se estranhar a divergência entre os fatores de conversão. Enquanto que para a moeda foi de 2.750, para os selos foi de 1.000.

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Primeira série (7 selos regulares), Aves Urbanas, emitida em 1 de julho de 1994 na nova moeda, Real

Este trabalho, conforme já dito, tem como objetivo a descrição da evolução monetária da moeda brasileira no que se refere a modificações do padrão monetário, por alteração de sua nomenclatura e/ou pela redução gráfica de valor (corte de zeros, divisão por um valor fixo, 2.750, caso da mudança de cruzeiro real para real, ocorrida em 1 de julho de 1994).

Contudo, acredito que existam trabalhos bem mais abrangentes e com diagramação gráfica superior. É o caso daquele sobre o qual meu amigo Fábio Flosi me alertou, desenvolvido por meu também amigo, Doutor Roberto Antonio Aniche, intitulado “Estudo das Reformas Monetárias na Filatelia Brasileira” publicado na Revista da FEFIBRA nº 20 – Dezembro de 2013.

É um trabalho de peso, de extrema utilidade para quem, ao ler meu texto, se interesse pelo assunto. Deste modo, coloco link para o arquivo .pdf do texto do Doutor Aniche. nos moldes sugeridos pelo filatelista Fábio Flosi.

Estudo das Reformas Monetárias – Dr. Roberto Antonio Aniche

Também recebi do Fábio Flosi arquivo .pdf contendo tabela elaborada pelo Banco Central do Brasil, muito interessante e pertinente ao tema, que pode ser visualizada clicando-se no link a seguir:

Síntese dos Padrões Monetários Brasileiros

Por sugestão de colegas, preparei uma nova tabela acrescentando a imagem dos selos àquela emitida pelo Banco Central do Brasil, de um modo bastante amadorístico:

Síntese dos Padrões Monetários Brasileiros e selos correspondentes

Agradeço imensamente aos meus amigos filatelistas que contribuiram para a revisão e aperfeicoamento deste.”artigo”, complementando as informações constantes do texto inicial.

Curitiba, 16 de fevereiro de 2016

João Alberto Correia da Silva
ABRAJOF 328

Maravilhas de Belém do Pará

12 de janeiro de 2016

01-bloco
1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Bloco

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Logomarca

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Theatro da Paz

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Círio de Nazaré

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Ver o Peso

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Açaí

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Forte do Castelo

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Carimbó

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Estação das Docas

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Carimbo comemorativo de 1º dia de circulação
SOBRE O SELO

A minifolha desta emissão é composta de oito selos, que destacam sete maravilhas de Belém do Pará, conhecidas em todo o Brasil: a Estação das Docas, o Mercado Ver-o-Peso, o Theatro da Paz, o Forte do Castelo, a dança carimbó, o Círio de Nazaré e a fruta Açaí. Os selos, com frondosas mangueiras compondo a imagem de fundo, enaltecem as celebrações do aniversário da cidade. O oitavo selo mostra a logomarca dos 400 anos da capital paraense, complementando o conjunto iconográfico representativo desse grandioso marco histórico, que simboliza a universalidade de Belém. Foram utilizadas as técnicas de manipulação de fotografia e computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 1 Fotos: Aldridge Rodrigues Soares Neto (exceto Círio e Carimbó), Alex Maciel Nogueira Ribeiro (Círio) e Rao Godinho (Carimbó) Processo de Impressão: ofsete Mini-folha com 8 selos Papel: cuchê gomado Valor facial: Primeiro Porte Carta Comercial Tiragem: 200.000 folhas (1.600.000 selos) Área de desenho: 40mm x 30mm Dimensão do selo: 40mm x 30mm Picotagem: 11,5 x 12 Dimensão da Minifolha: 210 x 148mm Data de emissão: 12/1/2016 Local de lançamento: Belém/PA Impressão: Casa da Moeda do Brasil

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Texto descritivo do Edital
400 anos de Fundação da
Cidade de Belém do Pará

Belém, conhecida como a cidade das Mangueiras, é também chamada de cidade morena. Chegou às comemorações de seus 400 anos de fundação marcada por fatos históricos relevantes e pelo desenvolvimento sociocultural e urbanístico. É a segunda cidade mais populosa da região norte do Brasil, possuindo elevado índice de desenvolvimento humano.

A origem dessa maravilhosa cidade foi a fundação do Forte do Presépio, também chamado Forte do Castelo, pelo capitão português Francisco Caldeira Castelo Branco, em 12 de janeiro de 1616, cuja povoação, formada nos seus arredores, inicialmente denominou-se Feliz Lusitânia. Hoje, 400 anos depois, os belenenses orgulham-se desta cidade, que encanta por suas belezas naturais e características culturais, que atraem turistas de todas as partes do mundo.

Ao longo de sua história, Belém presenciou momentos de plenitude, como no início do século XX, durante o período áureo do ciclo econômico da borracha, quando a cidade recebeu diversas famílias europeias, que influenciaram, significativamente, a arquitetura das edificações e os costumes locais, sendo lembrada, à época, como a Paris n’América.

Belém, apesar de cosmopolita e moderna em muitos aspectos, mantém a atmosfera nostálgica e tradicional de um passado presente nas fachadas bem conservadas de casarões, prédios, igrejas e capelas. Praças importantes como a da República, a da Trindade, a da Bandeira e a Batista Campos não só embelezam a cidade, como também convidam os transeuntes e visitantes a uma comunhão de bem-estar, de aconchego e de intimidade com os coretos, os chafarizes, os monumentos e o paisagismo existente em cada um desses encantadores espaços públicos.

Notabiliza-se como um dos principais centros econômicos, culturais e turísticos do País, sendo nacionalmente reconhecida por sua importância como o portal da amazônia brasileira. Exerce grande influência como metrópole regional, num universo populacional estimado em dez milhões de pessoas nos estados do Pará, Amapá e Tocantins. Nela erguem-se imponentes e belas fortificações, igrejas, monumentos, parques e museus, dentre os quais destacam-se o Theatro da Paz, o Forte do Castelo, a Estação das Docas, o “Mercado Ver o Peso”, além de manifestações culturais e religiosas de repercussão nacional, como o Círio de Nazaré.

Belém é isto: o ritmo cativante do carimbó; os sabores e aromas de sua famosa gastronomia; a força de seus famosos clubes de futebol; a chuva e o calor; a fé e a simpatia de seus habitantes e a grandiosidade de uma história que orgulha o Brasil. Belém é a síntese das riquezas do Estado do Pará, agora destacadas nos selos postais que consagram as maravilhas de uma cidade, que é o orgulho de todos aqueles que nela nasceram e construíram a sua trajetória de conquistas.

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Veja a íntegra do Edital (Arquivo .pdf)

Edital 1 – 2016
Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão comemorativa)
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Alguns dos temas ilustrados pelas peças

Efemérides, história, geografia, logomarcas, monumentos, prédios históricos, fortes, religião, flora.

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Peças Filatélicas

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Bloco com carimbo comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Logomarca

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Theatro da Paz
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Círio de Nazaré
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Ver o Peso
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Açaí
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Forte do Castelo
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Carimbó
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Estação das Docas
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Selos do bloco
Envelope comemorativo de 1º dia de circulação – FDC

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Theatro da Paz
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Theatro da Paz
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Círio de Nazaré
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Ver o Peso
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Ver o Peso
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Forte do Castelo
Máximo Postal

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Logomarca
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Theatro da Paz
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Círio de Nazaré
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Ver o Peso
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Açaí
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Forte do Castelo
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Carimbó
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Estação das Docas
Envelope circulado com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

1 – Maravilhas de Belém do Pará
(Emissão Comemorativa)
Bloco e selo regular (complemento de tarifa)
Envelope circulado, registrado, com carimbos datador e comemorativo de 1º dia de circulação

REUNIÃO DE ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES FILATÉLICAS DE 2015

REUNIÃO DE ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES FILATÉLICAS DE 2015 NA AGÊNCIA FILATÉLICA DE CURITIBA E ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DA SOCIEDADE FILATÉLICA DE CURITIBA – SOFICUR

A reunião de encerramento das atividades filatélicas de 2015, realizadas nas instalações da Agência Filatélica de Curitiba – uma realização conjunta da Agência e da SOFICUR – Sociedade Filatélica de Curitiba, aconteceu neste sábado, 12 de dezembro de 2015.

A freqüência de associados da SOFICUR, demais filatelistas, colecionadores e interessados em conhecer a prática da arte da filatelia foi bem significativa, principalmente quando comparada com aquela das primeiras reuniões, iniciadas há alguns anos, o que demonstra que nossa iniciativa de promover este tipo de evento público vem atingindo os objetivos propostos, ou seja, disseminar o interesse pelo colecionismo de selos.

A equipe da área filatélica dos correios preparou uma decoração primorosa, ofereceu um belo café, providenciou em conjunto com a SOFICUR brindes para presentear ou sortear entre os presentes.

Ao chegarmos ao recinto, belo painel preparado com muito carinho por aquela equipe mostrava bem o clima em que transcorreram as atividades neste ano de 2015.

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Painel de boas vindas aos frequentadores da reunião

Após a degustação do café oferecido em uma mesa bem sortida, os presentes passaram a escolher alguns dos selos e outros materiais filatélicos disponibilizados para troca ou doação.64-02

Atividades filatelicas realizadas com alegria e concentração

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Sorteio e entrega dos presentes

A compra de selos e material filatélica também foi intensa nos guichês da AF, até por ter sido nesta data que aconteceram as emissões da terceira folha da série Modalidades de Jogos Olímpicos e Paralimpicos e dos dois blocos das Mascotes Olímpica e Paralimpica.

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Venda de selos e outros materiais filatélicos pela AF-Curitiba

No encerramento das atividades do dia, o grupo reuniu-se para uma foto.64-05

Registro dos presentes no encerramento das atividades filatélicas

Ainda neste sábado, a Diretoria, associados da SOFICUR, familiares e convidados compareceram ao almoço de confraternização de final de ano, uma tradição já consolidada no decorrer dos anos. Neste ano o almoço aconteceu no Salão de Eventos do Restaurante-Escola do SENAC. Cabe aqui ressaltar o belo estilo do restaurante e seu mobiliário, a atenção, gentileza e profissionalismo demonstrados pelo corpo de estudantes e professores que nos atenderam e a qualidade excepcional do “Buffet”, além dos vários pratos oferecidos “à la carte”.64-06

Registro do almoço de confraternização da SOFICUR – NATAL 2015

Em meu nome pessoal e na qualidade de Presidente da Sociedade Filatélica de Curitiba parabenizo e agradeço a todos os envolvidos no desenvolvimento de nossas atividades filatélicas, especialmente daquelas realizadas com a participação da equipe da Agência Filatélica de Curitiba, as quais vem contribuindo efetivamente para a constatação de como a FILATELIA é – e pode ser cada vez mais – um instrumento de aprendizado e de incentivo ao congraçamento social de todos os que amam e participam de nosso “hobby” com interesse e dedicação e, principalmente, vontade de disseminar os conhecimentos que vamos agregando através de nossos estudos individuais e coletivos.

Aproveito esta oportunidade para desejar a todos um FELIZ NATAL e que 2016 nos traga muita saúde, paz, amor e amizade, que o resto vem junto.

12 de dezembro de 2015

João Alberto Correia da Silva

FILACAP

Uma publicação da Associação Cultural FILACAP

Acabo de receber a Edição 186, Ano 41 – novembro de 2015, da FILACAP, excelente publicação filatélica da Associação Cultural FILACAP.

Esta publicação, editada com periodicidade trimestral – são quatro por ano – é referência da literatura filatélica brasileira. Impressa em papel de excelente qualidade, imagens coloridas, diagramação profissional, conta com artigos de colaboradores de porte, conceituados nas comunidades não só filatélicas mas também de outros tipos de colecionismo, além de notícias sobre emissões e lançamentos de peças colecionáveis.

Conta com uma seção de “Anúncios Econômicos” onde encontramos ótimas oportunidades de troca, compra e venda de material, bem como indicação de sites e blogs dedicados a diversas modalidades de colecionismo. Para os assinantes, estes anúncios com no máximo trinta palavras são gratuitos. Para os não assinantes, custam o valor equivalente a dez selos de porte não comercial.

Permito-me relacionar a maioria dos artigos publicados na edição de novembro de 2015, seguindo a ordem de publicação: “Lei das Doze Tábuas” de Reinaldo Jacob; “Maximafilia de A a Z – Parte 1″ de Agnaldo de Souza Gabriel; “A Alemanha Reich: Contextualização Histórica e Filatélica” de Wilson de Oliveira Neto; “LUBRAPEX e sua história – Parte I – Visão Geral” de Fábio Flosi; “Os Intrigantes Selos das Ilhas Penrhyn”de Marcos Boaventura; “Calmon Barreto (1909-1994), O Pai das Vicentinas” de Bruno Diniz; “Os 83 anos da Revolução Constitucionalista” de José Carlos Daltozo e “Uma coleção temática de Verdade” de Peter Meyer.

Ainda encontramos duas páginas dedicadas às “Novidades Filatélicas do Brasil” e outras duas do Exterior, além dos “Anúncios Econômicos” já mencionados, e a seção “Agenda & Notícias”.

Conforme detalhado na imagem a seguir, a assinatura anual tem o custo de R$40,00, ( R$10,00 por exemplar) valor totalmente irrisório quando comparado, por exemplo, com as revistas de notícias gerais do Brasil, editadas semanalmente, com grande parte de suas páginas recheadas de anúncios de grandes empresas e propaganda oficial.

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Anúncio da publicação FILACAP

Nesta edição termina o meu período de assinatura, de modo que estou renovando-a para mais dois anos.

Sugiro que todos os amantes de filatelia, que gostem de manter-ser atualizados com as notícias de nosso hobby, estudem a possibilidade de assinar o periódico que vem sendo editado há 41 anos por meu amigo Professor José Maurício do Prado, com muita dedicação e diria até sacrifício.

Ressalto que também é publicada uma edição “virtual” com periodicidade maior, um arquivo “.pdf” enviado via e-mail aos assinantes da publicação impressa, sem custo adicional.

Curitiba, 3 de dezembro de 2015
João Alberto Correia da Silva

World Stamp Show New York 2016

INSCRIÇÕES BRASILEIRAS NA EXPOSIÇÃO
World Stamp Show New York 2016

Recebi do filatelista Prof. Dr. Rogério A. Dedivitis, presidente do Clube Filatélico e Numismático de Santos e comissário brasileiro designado pela FEBRAF para a “World Stamp Show New York 2016” a lista das inscrições brasileiras aprovadas para participar daquela exposição.

Vejo com certa tristeza o que me parece ser a continuidade do que se vem verificando ao longo dos tempos, ou seja, a repetição das mesmas inscrições, sem que surgem novas coleções a nível internacional..

Reconheço que a atual Diretoria da FEBRAF vem envidando esforços para possibiltar o ingresso de novas coleções nos circuitos estadual, regional, nacional, binacional e internacional de exposições e mostras filatélicas, mas a maioria dos Clubes que ainda existem no Brasil não tem condições de – ou interesse em – orientar os filatelistas iniciantes ou com média experiência na montagem de coleções, quanto às técnicas e exigências para ascensão na “escada” de classificações, de modo a, a longo ou médio prazo, conseguir-se montar coleções em condições de atingirem nivel internacional.

Entre as medidas tomadas pela atual Diretoria, destaco o incentivo à realização de palestras e cursos e a abertura de possibilidade de inscrição de coleções “estreantes” já a nível nacional. De suma importância, também, foi a maior acessibilidade dos jurados para detalhar a cada expositor as razões de atribuição da nota da coleção exposta. Me lembro que no passado era dificilimo, principalmente aos expositores mais tímidos, conseguir-se uma aproximação com o corpo de jurados. Aparentemente isto não está acontecendo mais.

Contudo, a maioria das entidades filatélicas não tem meios de preparar/obter literatura sobre essa atividade filatélica e muito menos de motivar seus associados a montarem uma coleção em condições de ser aceita em exposições competitivas. Nem a maioria dos filatelistas iniciantes e médios tem condições de se deslocarem para os grandes centros filatélicos, como São Paulo, por exemplo, para assistir a palestras ou cursos.

Parece-me que o melhor método para disponibilizar esses documentos seria através de publicação de artigos e orientações nos “sites” das entidades filatélicas. Mas, não basta isso, é necessário que a inserção dessas publicações seja divulgada junto às comunidades filtélicas, seja através de comunicação aos presidentes das demais associações, seja por inserção de “notícia” nas comunidades filatélicas virtuais, como “Amigos dos Selos” “Clube de Maximafila” ” Selos do Brasil” e outros.

Registro uma experiência própria: sempre que coloco alguma matéria nova neste site, informo a alguns desses grupos o “link” para a página respectiva. Isso provoca um considerável número de novos acessos a meu site, e o início, em alguns casos, de discussão sobre a matéria abordada.

Parabenizo os filatelistas que tiveram suas coleções ou publicações aprovadas para exposição na World Stamp Show New York 2016. Para verem a lista, usem o link a seguir.

World Stamp Show New York 2016 – Participação brasileira

Convidamos para nossa reunião Filatélica mensal de novembro.

 

Data: 07/11/2015

Horário: à partir das 10h

Local:  Agência Filatélica de Curitiba – Rua Marechal Deodoro, 298 – Centro

Aproveitamos para lembrar que:

1)     Já recebemos os selos e blocos de Natal e a quadra das Pimentas Brasileiras;

2)     Já recebemos os carimbos de 1º dia de circulação que estavam atrasados: SELOS REGULARES JOVEM APRENDIZ E EMISSÃO DE CO2 e OLIMPÍADAS 2ª folha;

3)     Recebemos coleções 2002 que haviam esgotado e estão com preço ótimo: R$ 50,00;

4)     Recebemos relação atualizada de selos personalizados disponíveis para solicitação.

Sua presença é muito importante.

Att.

Lucirene do Rocio Taborda Ribas
GERENTE AGENCIA FILATELICA